Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 9 de setembro de 2026

O Jornal Curitiba News, após receber contestações por parte dos trabalhadores vigilantes de Curitiba, publicou em seu editorial no dia 28 de fevereiro de 2025, uma reportagem sobre o plano de saúde dos vigilantes de Curitiba e Região.

O Jornal Curitiba News, de comum acordo resolve abrir oportunidade para o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região, esclarecer os fatos:

O Sindicato vem a público esclarecer que possui contrato ativo e vigente de plano de saúde, na modalidade coletivo por adesão, com a operadora Nossa Saúde.

O plano contratado é AMBULATORIAL, com cobertura para consultas, exames e procedimentos sem limite de acesso, porém, não há cobertura hospitalar e obstétrica, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026. Com abrangência do plano compreende Curitiba e Região Metropolitana.

O Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região afirma ainda que não cobra compulsoriamente dos trabalhadores qualquer valor referente ao plano de saúde ou mensalidade sindical.

O plano de saúde, a mensalidade e demais valores descontados na folha dos trabalhadores são opcionais. A grande maioria contribui por conhecer os benefícios, entre elas assistência médica, assistência jurídica, sede campestre, colônia de férias e outros benefícios.

A reportagem do Jornal Curitiba News recebeu reclamações que resultou na publicação da matéria de que o Sindicato “cria dificuldades para cancelamento” e faz “uma série de exigências absurdas para criar empecilhos”. No entanto, o Sindicato esclarece que os procedimentos exigidos para o cancelamento não têm o objetivo de impedir a saída do trabalhador do plano.

Segundo o sindicato, são solicitados dois procedimentos: uma declaração expressando que o trabalhador não deseja permanecer no plano de saúde e o reconhecimento de sua assinatura, que pode ser realizado por semelhança. A formalização é necessária porque o trabalhador está abrindo mão de um benefício conquistado em acordo coletivo.

Além disso, existem situações em que, após a demissão, são ajuizadas ações buscando valores retroativos referentes a benefícios que o trabalhador alega não terem sido concedidos.

Dessa forma, a documentação tem a finalidade de registrar formalmente a decisão do próprio trabalhador de não permanecer no plano de saúde.

Quanto aos valores, o Sindicato ressalta que estão abaixo dos praticados no mercado e que outro aspecto importante deve ser considerado: não existe coparticipação em consultas ou exames.

Isso significa que o vigilante não precisa desembolsar valores adicionais para realizar consultas, exames e demais procedimentos que estejam enquadrados no Rol de Procedimentos da ANS e contemplados pela cobertura contratada. O Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região reafirma seu compromisso como entidade representativa da categoria e considera fundamental que os vigilantes e toda a sociedade tenham acesso aos esclarecimentos e à versão da entidade sobre os fatos apresentados na reportagem.

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