O pronunciamento foi feito após o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumprir medida judicial em seu gabinete nesta segunda-feira (29). O presidente da Câmara Municipal...
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (19) o projeto (PL 6.379/2019) que regulamenta a atividade dos musicoterapeutas. Ele torna obrigatório o diploma de graduação ou pós-graduação em Musicoterapia para a prática da atividade. Os profissionais que comprovarem que já exerciam a atividade por, pelo menos, 5 anos antes da publicação da lei, também estarão autorizados a atuar como musicoterapeuta, mesmo sem o diploma.
Como a proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, ela agora será enviada para a sanção da Presidência da República. No parecer aprovado anteriormente pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o relator, senador Flávio Arns (PSB-PR), esclareceu que o projeto lista como atividades privativas desses profissionais: realizar avaliações musicoterapêuticas, estabelecer o plano de tratamento e aplicar técnicas e métodos musicoterapêuticos.
— A vida fica muito melhor com a música, mas a musicoterapia é um processo de reconhecimento da profissão, mas também de enaltecimento do trabalho, de valorização do ser humano, de abordagem das suas necessidades pela música — defendeu Arns no Plenário.
Ele acrescentou que essa modalidade de terapia já teve a eficácia comprovada cientificamente e é importante em diferentes contextos, como entre pessoas idosas, com deficiência ou hospitalizadas. De acordo com senador, além de a musicoterapia estimular a criatividade, pode melhorar o foco e facilitar o aprendizado em ambientes escolares.
— A musicoterapia humaniza o tratamento das pessoas com deficiência. Estamos fazendo justiça com esses profissionais.
O senador Magno Malta (PL-ES) mencionou o próprio filho, com síndrome de Down, e explicou a importância da música para a relação familiar entre os dois. Ele afirmou que a nova lei facilitará, por exemplo, a vida dos terapeutas que querem levar a música para pacientes com câncer, mas que algumas vezes são barrados por não terem uma identificação profissional reconhecida por lei.
Ao se dizer defensor das práticas integrativas e complementares, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) aplaudiu a proposta.
— As terapias alternativas têm um histórico. Tem muita sensibilidade envolvida.
Fonte: Agência Senado
Fonte: Agência Senado
Veja Também
DEPUTADO QUESTIONA AUMENTO ABUSIVO DA CONTA DE LUZ DA COPEL
O deputado Arilson Chiorato (PT) classifica como abusivo reajuste de 20% na conta de luz e defende reestatização da Copel O reajuste de 20,51% na tarifa de energia elétrica, anunciado na última quarta-feira (24), reacendeu...
Turistas e curitibanos podem eleger o melhor prato do Inverno Curitiba
A votação é parte do Festival Sabores do Inverno Curitiba, lançado oficialmente nesta terça-feira (30/6) Capeletti recheado com barreado ou risoto de linguiça blumenau com pinhão? Os turistas e curitibanos têm 23 opções de pratos típicos...