Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 3 de julho de 2026

O pronunciamento foi feito após o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumprir medida judicial em seu gabinete nesta segunda-feira (29).

O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador Tico Kuzma (PSD), afirmou que a instituição manterá uma postura de colaboração com as autoridades: “Quem vive a vida pública sabe que, especialmente quando se aproxima um período eleitoral, infelizmente surgem pessoas de má-fé, criando fatos e narrativas para atingir reputações e desgastar adversários por meio de redes sociais e também da imprensa”, afirmou

Em sua manifestação, Kuzma disse que ainda não foi formalmente comunicado sobre os fatos que motivaram a medida e que está buscando informações junto às autoridades competentes. “Neste momento, ainda não tenho conhecimento formal sobre os fatos que motivaram a medida. Estou buscando imediatamente as informações necessárias junto às autoridades competentes para compreender com clareza o teor da investigação”, declarou.

Antes de falar em nome próprio, o presidente da CMC leu um comunicado institucional da Câmara de Curitiba. No texto, o Legislativo informa que autorizou o acesso às suas dependências “em atendimento à solicitação da autoridade competente” e que permanece “à disposição para colaborar com as investigações e prestar todos os esclarecimentos necessários”.

Ao tratar da condução institucional do episódio, Tico Kuzma afirmou que a Câmara manterá uma postura de colaboração com as autoridades. “Como presidente da Câmara Municipal de Curitiba, faço questão de reforçar que a instituição permanece à disposição para colaborar com tudo que for necessário, com responsabilidade, transparência e respeito às autoridades”, disse. Segundo ele, assim que houver conhecimento oficial dos fatos, serão prestados esclarecimentos à população, à imprensa e aos vereadores.

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