Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 29 de novembro de 2023

Nesta semana conversei com o deputado estadual Renato Freitas na sala de imprensa da Assembleia Legislativa

Na verdade, foi uma conversa coletiva informal, em off, junto com outros colegas jornalistas, em um bate papo informal, em off, porque o Renato preferiu não gravar entrevista neste momento em que um processo contra ele tramita no Conselho de Ética.

Renato disse que reconhece ter agido de forma contundente ao chamar os colegas parlamentar de corruptos e hipócritas.

Contudo, ele também é ofendido e agredido com ameaças e palavras, e nada acontece aos seus adversários.

Então, ele também entrou com representação contra os que lhes ofenderam. Diante destes fatos, Renato, acredita que o Conselho deve ser ponderado e compassivo em suas decisões.

Perguntamos se ele tem medo de perder o cargo de deputado? Renato nos disse que não teme, porque confia na justiça, e que o cargo de deputado é transitório, embora alguns façam do dele um emprego.

O Renato incomoda muita gente pelo seu jeito despojado, simples, sem apego, porém, ideológico e convicto de sua missão junto as comunidades mais carentes das periferias.

Ao falar de violência contra os pobres e os mais humilde, ele mostrou em sua mão a cicatriz deixada pela marca de bala de um tiro de borracha, que recebeu por contestar do abuso de autoridade de um guarda municipal.

Perguntamos se ele sofre muito, quando enfrenta esses tipo processos que coloca em risco e ameaça a perda de seu mandato.

Respondeu que sofre, afinal qualquer processo é desgastante e exigem muita energia, custos financeiros. Contudo, ele não está sozinho, tem uma boa equipe ideológica que trabalha e sofre junto.

Diferente de que muitos pensam, Renato com os amigos e nas comunidades é aquele mesmo menino da vila, contudo, no seu gabinete as coisas funcionam como um relógio, todos engajados em suas atividades. Não tem moleza!

Renato Freitas é muito amado pela sua comunidade, ele não consegue ficar calado diante da injustiça social, e sabe que foi eleito para representar os menos favorecidos, e a eles o deputado tem um compromisso, diferente de muitos parlamentares que vendem seus votos de acordo com as conveniências.

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