Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 1 de maio de 2020

A tragédia nos ensina novos caminhos, tira-nos do comodismo, abre nossa mente para a criatividade e a reinvenção.

Agora o momento pode ser propício para mudar alguns paradigmas.

O que dizer do judiciário, aonde ninguém está indo trabalhar, para que serve aqueles belos Palácios? Afinal, não temos nenhum hospital público com o mesmo padrão destes palácios, que abrigam servidores públicos, muitas das vezes ociosos.

Deputados de São Paulo aprovaram leis para reduzir os salários de parlamentares e comissionados na ordem de 40% como forma de reduzir os gastos e transferir esses valores para a saúde pública. A redução será para todos salários escalonada de acordo com a faixa salarial, quem ganha até o teto do INSS R$ 6.100 não terá desconto. O corte representa 25% do orçamento da casa. Tais iniciativa deveriam ser definitiva em todos os poderes e em todas esferas de governos.

O exemplo deveria ser seguido pelo Congresso Nacional e todas as Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais, assim como, os intocáveis do judiciário e servidores públicos que recebem acima de 10 salários mínimos.

Aliás, neste período de pandemia, percebemos que não faz falta muitos serviços públicos que são onerosos. Por exemplo: por que um deputado precisa ter 22 ou 50 assessores pagos com dinheiro público? Tá na cara que não há necessidade, a grande maioria são inúteis, cabo eleitorais encostados, mamando na teta à custa do Erário. Nenhum presidente ou diretor de multinacional tem 22 staf. Por que teria o contribuinte arcar com tais custo para políticos?

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