Na opinião do ex-comandante da Força Aérea Brasieira, Carlos Baptista Júnior, os atos de 8 de Janeiro foi uma “grande balbúrdia”, provocado pelo descontentamento das urnas eletrônica. O ex-comandante da Força Aérea Brasileira Carlos de Almeida...
Quando Peter Magyar era criança, pendurou uma foto de Viktor Orbán na parede do quarto, emocionado com as primeiras eleições democráticas da Hungria em 1990. Décadas mais tarde, ele colocou fim ao governo de 16 anos de Orbán como primeiro-ministro.
Com 45,7% dos votos contados, o Conselho Nacional Eleitoral projetou que partido Tisza, lideado or Magyar, deve conquistar 135 dos 199 assentos do parlamento, alcançando a maioria de dois terços necessária para alterar a constituição.
Peter Magyar, cujo nome de família significa literalmente “húngaro”, ganhou destaque há dois anos depois que sua ex-mulher, Judit Varga, ex-ministra da Justiça de Orbán, renunciou a todos os cargos políticos após o perdão de um caso de abuso sexual que causou alvoroço público.
Em contraste a Orbán, Magyar se comprometeu a reconstruir a inclinação da Hungria ao Ocidente e a acabar com a dependência da energia russa até 2035, ao mesmo tempo que se esforça por “relações pragmáticas” com Moscou. Ele também prometeu desbloquear os fundos congelados da União Europeia, o que ajudaria a impulsionar a economia estagnada da Hungria.
Mas Magyar está agindo com cuidado, tentando não assustar os eleitores mais conservadores. Ele se inspirou na estratégia de Orban nestas eleições, com comícios sempre cheios de bandeiras e apelando ao patriotismo dos eleitores húngaros.
Nascido em 1981 em uma família de advogados, Magyar também estudou Direito. Ele se casou com Judit Varga em 2006 e juntou-se ao corpo diplomático da Hungria em Bruxelas. Depois de voltar à Hungria, passou a trabalhar em um banco estatal e depois dirigiu uma agência de empréstimos estudantis.
Magyar e a esposa, que se divorciaram em 2023, têm três filhos. O político se descreve como religioso e diz que gosta de cozinhar e jogar futebol com amigos e filhos.
Após a vitória, ele cumprimentou milhares de apoiadores no exterior da sede do Tiza, na capital Budapeste, e balançou uma bandeira húngara ao som de “My Way”, de Frank Sinatra.
O líder do Tisza prometeu uma transição pacífica e suave e disse que os húngaros votaram “SIM!” pela Europa. Fonte: CNNInternacional
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