Especialistas defendem que tema deve ser tratado sem tabus. Compulsividade: quando uma pessoa aposta, o cérebro pode liberar dopamina, diante da expectativa de ganhar. Diante do sofrimento psíquico provocado em pacientes que relatam dependência em...
No último debate promovido pela Globo, o presidente Bolsonaro disse que tem o defeito de falar palavrão, mas não é ladrão, fazendo uma menção a seu adversário condenado por corrupção.
O maior pecado do presidente Bolsonaro, foi querer governar sem o 4º Poder, ou seja, sem parceria com a imprensa, acreditando que poderia se valer apenas das mídias sociais.
A imprensa, mais que produzir conteúdo e divulgar notícias, tem poder da credibilidade e chancela sobre a informação.
Por mais que as redes sociais disseminam conteúdos, não tem a mesma força de credibilidade do jornalismo profissional, que influência os demais poderes da República, e atravessa fronteiras pelos seus correspondentes de notícias.
O presidente Bolsonaro, levou para o governo a sua briga pessoal com a Globo e outras mídias, cortou a verba de publicidade e perdeu a parceria com imprensa, que se tornou sua maior inimiga. Ele foi escrachado, vilipendiado, por toda imprensa brasileira e até estrangeiras.
O presidente sofreu desgastes desnecessário, perdeu energia e tempo na tentativa de se explicar ou justificar calúnias e difamações, produzida pela mídia.
Quando poderia fazer um governo mais tranquilo e sereno, com boa margem de aprovação da sociedade.
Todos gestores públicos, que tiveram a mídia como parceira, conseguiram excelente aprovação popular e ótimos resultados em suas campanhas políticas.
Haja visto, que Lula fez um governo corrupto, porém, tem carísma e credibilidade, mesmo perante aos governantes internacionais. Outro que gastava muito com publicidade, e se dava bem, era o ex-governador do Paraná, Beto Richa, que se elegia fácil, e contava com alto índice de aprovação.
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