Ministro da relação exterior de Lula aponta impactos à soberania com classificação de facções narcoterrorista brasileira O Itamaraty do governo petista alertou para o risco de ações militares dos Estados Unidos no Brasil após a classificação...
O MP desta semana trata de mortes em confronto policial, ou seja, de civis que são mortos em ação protagonizadas por agentes de segurança, como policiais militares e civis e guardas municipais. Durante o ano de 2022, foram registradas no Paraná 488 mortes de pessoas civis ocasionadas a partir de confrontos com policiais durante abordagem.
Durante a conversa com o o procurador de Justiça Leonir Batisti, que é coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, a unidade do Ministério Público, ele explica o que é caracterizado como morte em confronto, apresenta números, fala de como e porque o Ministério Público acompanha este tipo de ocorrência e aponta algumas das propostas feitas pela instituição para tentar a redução desse índice de letalidade.
O Deputado Renato Freitas, durante seu discurso na Assembleia Legislativa, chamou atenção para o número de mortes provocado pelos agentes públicos, e disse que a Polícia Militar do Paraná é a 6ª que mais mata no Brasil. Segundo o deputado, a maioria, cerca de 60% são pessoas negras ou pardas, sendo essas apenas 30% da população paranaenses. Ele questionou: será que os negros e pardos são pessoas propensas ao crimes, ou as mortes é uma questão de preconceito?
A fala do deputado Renato Freita, provocou muito debate e contestação na ALEP, principalmente por parte de parlamentares que pertence a corporação policial. O delegado Tito Barichello, disse que o Paraná tem a melhor polícia do Brasil, que no estado o crime organizado não se prospera. Ele disse que a lei é branda e acaba protegendo o criminoso, em muitos o indivídou comente delito grave e acaba saindo da delegacia antes do policial que o prendeu.
Isso faz com que o deliquente cometa muitos outros crimes, porque sabe que não vai dar em nada caso seja preso. Portanto, a lei que poderia coibir o crime, faz do deliquente um criminoso contumaz.
Deputado Ricardo Arruda foi enfático ao dizer que muitos jovens tem oportunidade de escolher o melhor, porém, se envereda para o mau, e o final de bandido é cadeia ou cimitério.
Foto: PM-PR-Geraldo-Bubniak-AEN.jpg
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