Espetáculo O Circo da Fabulosa Família FunFarra está circulando pelas dez regionais da cidade As crianças tomaram conta das dependências do Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira, no Bacacheri, na Regional Boa Vista, na tarde...
Os ministros da 1ª Turma do STF (Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin) determinaram nesta segunda-feira (6) que sete Tribunais de Justiça, inclusive o TJPR, expliquem em até 48 horas o pagamentos de penduricalhos feitos a magistrados após a decisão da Corte.
Em despachos praticamente idênticos, os ministros exigem o envio das folhas de pagamento dos últimos quatro meses e alertam que eventual descumprimento das determinações do Supremo poderá resultar no afastamento dos presidentes dos tribunais, além da responsabilização penal, civil e disciplinar.
A presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Lídia Maejima, foi intimada a prestar informações detalhadas sobre todos os valores pagos a magistrados. A determinação é que todos sejam comunicados imediatamente, inclusive por meios eletrônicos.
Materialde referência geográfica
As decisões foram proferidas após a divulgação de reportagem apontando que tribunais estaduais teriam autorizado, em maio, pagamentos acima dos parâmetros fixados pelo STF no julgamento realizado em 25 de março deste ano.
Os três ministros citam expressamente a reportagem em seus despachos e afirmam que, “em tese”, os tribunais podem ter desrespeitado a decisão da Corte ao autorizar verbas remuneratórias e indenizatórias superiores aos limites constitucionais definidos pelo Supremo.
Nos despachos, os relatores exigem que os tribunais encaminhem informações detalhadas sobre todos os valores pagos a magistrados da ativa, aposentados e pensionistas entre abril e julho deste ano, discriminando separadamente verbas remuneratórias e indenizatórias. Também determinaram o envio das folhas de pagamento referentes ao período.
Em seu despacho, Dino afirma que “a configuração de qualquer tipo de descumprimento às determinações do STF, quanto aos limites estabelecidos, poderá ensejar afastamento do cargo e promoção da responsabilidade penal, civil e disciplinar”.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi intimada a acompanhar o caso. Na semana passada, em decisão tomada após julgamento realizado no plenário virtual, a Corte decidiu liberar parte dos pagamentos de gratificações e verbas indenizatórias, três meses depois de impor um teto de 35% dos salários dos magistrados e integrantes de ministérios públicos para os pagamentos extras.
Os ministros acolheram pedidos da Procuradoria-Geral da República e fizeram ajustes na tese que limitou esses pagamentos para carreiras do Judiciário, flexibilizando em alguns casos, como valores já reconhecidos e a indenização por plantões em casos específicos. (Do jornal O Globo).
Veja Também
STF: Fachin protela pedido de Fux e diz que pretende arquivar inquérito das Fake News
Ministro Edson Fachin respondeu que o acesso de Fux ao inquérito só será determinado após o fim da análise e diz que pretende encerrar com a censura nas redes sociais, conhecida como inquerito das fake...
TRAGÉDIA NO CMEI SÃO BRAZ: HOMEM MORRE EM AÇÃO DO BOPE APÓS MANTER 13 CRIANÇAS REFÉNS EM CURITIBA
Operação durou mais de três horas e terminou com a morte do invasor e o resgate das crianças. Identidade, motivação e circunstâncias do uso da força ainda exigem esclarecimentos oficiais. CURITIBA — Uma ocorrência de...