Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 7 de outubro de 2023

Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA

“Nunca há qualquer justificativa para o terrorismo. Somos solidários com o governo e o povo de Israel e apresentamos nossas condolências pelas vidas israelitas perdidas nestes ataques. Continuaremos em contato com os nossos parceiros de Israel. Os Estados Unidos apoiam o direito de Israel de se defender”.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

“Condeno inequivocamente o ataque realizado pelos terroristas do Hamas contra Israel. É o terrorismo na sua forma mais desprezível. Israel tem o direito de se defender contra tais ataques hediondos”.

Emmanuel Macron, presidente da França

“Condeno veementemente os ataques terroristas que atingem Israel. Expresso a minha total solidariedade às vítimas, às suas famílias e entes queridos”.

OIaf Scholz, chanceler da Alemanha

O chanceler alemão, OIaf Scholz, disse que os lançamentos de foguetes dos militantes e a escalada da violência “nos chocam profundamente”. Ele acrescentou que “a Alemanha condena estes ataques do Hamas e está ao lado de Israel”.

Antonio Tajani, ministro das Relações Exteriores da Itália

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse que o governo condena os ataques a Israel “com a maior firmeza”. “A vida das pessoas, a segurança da região e a retomada de qualquer processo político estão em risco. O Hamas deve parar imediatamente com esta violência bárbara. Apoiamos o direito de Israel existir e se defender”.

Ministério das Relações Exteriores do Egito

O Egito alertou para as “graves consequências” de uma escalada nas tensões entre Israel e os palestinos, num comunicado do Ministério das Relações Exteriores divulgado pela agência de notícias estatal. Apelou a “exercer a máxima contenção e evitar expor os civis a maiores perigos”.

Governo Brasileiro

No texto, o partido de Lula foi quase que indiferente, e usou o jargão político
dizendo ser contra “todo e qualquer ato de violência” envolvendo palestinos
e israelenses

Partido do Trabalhadores

Sem citar o grupo terrorista Hamas, o PT não mostrou sensibilidade pelas vítimas do terrorismo, ante divulgou uma curta nota em que manifestou neutralidade: “preocupação” com a “recente escalada de violência envolvendo palestinos e israelenses”.

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