Vedações nas emissoras Apartir do dia 30, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidata ou pré-candidato. Julho Condutas vedadas Já a partir de 4 de julho (três...
Desde os ataques do grupo terrorista Hamas a Israel, em 7 de outubro, e os bombardeios israelenses à Faixa de Gaza, pelo menos 29 jornalistas foram mortos, segundo a organização não-governamental Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Muitos profissionais de jornalismos são movidos pela emoção, e colocam suas vidas em perigo em busca de um ‘furo de reportagem’, algo inédito.
O Código de Nuremberg, determina que os combates deve evitar ataques e garantir proteção a população civil, jornalistas, paramédicos da Cruz Vermelha, áreas Hospitalares e igrejas. No entanto, nem sempre é possível retirar a população civil da área de conflito, por falta de acessibilidade, corredor de refúgio, ou resistência da própria população.
Terrorismo
Roee Idan, 45 anos, fotógrafo do jornal israelense Ynet, foi morto pelos terroristas do Hamas no ataque de 7 de outubro, juntamente com a sua esposa e filha.

Ayelet Arnin, 22 anos, editora da emissora pública israelense Kan, foi morta em 7 de outubro pelo Hamas enquanto participava do festival de música Supernova, perto da fronteira com Gaza.
Shai Regev, 25 anos, editor da TMI, a seção de notícias de entretenimento do jornal hebreu Ma’ariv, também foi morto pelo Hamas no festival de música Supernova.
Yaniv Zohar, fotógrafo de 54 anos do jornal diário Israel Hayom, foi morto em 7 de outubro, junto com sua esposa e duas filhas, durante o ataque do Hamas ao Kibutz Nahal Oz, no sul de Israel.
Bombardeios aéreos
Os ataques aéreos aisraelenses contra os grupo terroristas do Hamas, também fizeram muitas outras vítimas como aconteceu na cidade de Rafah, no sul de Gaza. Foram mais de vinte jornalistas palestinos mortos nos bombardeios, entre os quais Salma Mkhaimer, jornalista freelancer de 31 anos, foi morta em 25 de outubro, juntamente com o seu filho pequeno, o pai, a mãe e vários outros familiares. Ela vivia na Jordânia, mas regressou a Gaza antes do início do conflito.

Doaa Sharaf, jornalista da Rádio Al-Aqsa, afiliada ao Hamas, foi morta em 26 de outubro, juntamente com o seu filho. Khalil Abu Atherah era cinegrafista da TV Al-Aqsa, afiliada ao Hamas. Sameeh al-Nadi, 55 anos, era jornalista e diretor da Al-Aqsa TV, afiliada ao Hamas. Muhammad Imad Lobbad, 27 anos, era jornalista do site de notícias Al-Resalah, entre outras vítimas do conflito.
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