Na opinião do ex-comandante da Força Aérea Brasieira, Carlos Baptista Júnior, os atos de 8 de Janeiro foi uma “grande balbúrdia”, provocado pelo descontentamento das urnas eletrônica. O ex-comandante da Força Aérea Brasileira Carlos de Almeida...
Riscos à Saúde Humana e Animal: A contaminação por substâncias como o cádmio pode trazer sérios problemas à saúde humana.
A Itaipu Binacional deveria levar esse tema para debater junto com a sociedade, e discutir sobre os reais riscos ambientnais das implantações das placas solares. Tais iniciativas deveriam abrir debates em comissões com parlamentares na Assembleia Legislativa e Ministério Público. Apresentar os riscos que as placas solares poderão provocar ao meio ambiente num futuro breve, principalmente no momento dos descartes.
Principais Impactos Ambientais do Descarte
- Contaminação do Solo e Água: A quebra dos painéis em locais inadequados (lixões) pode liberar metais pesados e compostos tóxicos, como cádmio e chumbo, que se infiltram no solo e atingem lençóis freáticos.
- Riscos à Saúde Humana e Animal: A contaminação por substâncias como o cádmio pode trazer sérios problemas à saúde humana.
- Desperdício de Recursos: Placas solares contêm materiais valiosos, como silício, prata, cobre e alumínio, que, se não reciclados, aumentam a necessidade de mineração para novos componentes.
- O que está por trás desta ideia, não é a produção de energia limpa, porém, deve se disutir o fato das placas solares têm vida curta e o descarte representar riscos ao meio ambiente.
ARMADILHA – Primeiro criam movimentos contra as barragens, e fazem das usinas hidroelétricas as vilãs do meio ambiente, quando todos sabem que é energia limpa, duradora e distribui royalty as comunidades. Depois vendem a ideia de placas fotovoltaicas como energia limpa, mas não falam que as placas são sujas e representam riscos reais do descarte no ambiente.
ITAIPU – ENERGIA LIMPA VERSO PLACA DE CHUMBO E CÁDMIO
O reservatório de água da usina de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai, na Região Sul do país, possui cerca de 1,3 mil quilômetros quadrados (km²) de perímetro, com quase 170 km de extensão, desde a barragem até o lado oposto, e uma largura média de 7 km entre as margens direita e esquerda.

Toda a capacidade hidrelétrica contida na área inundada do Rio Paraná, que move turbinas que geram até 14 mil megawatts (MW) de energia elétrica, também pode ser aproveitada para gerar eletricidade a partir de painéis solares instalados justamente sobre o espelho d’água. Esse é o experimento que vem sendo estudado por tecnicos brasileiros e paraguaio desde o fim do ano passado.
Ao todo, foram instalados 1.584 painéis fotovoltaicos em uma área de menos de 10 mil metros quadrados (m²) sobre o lago, a apenas 15 metros de um trecho da margem no lado paraguaio, com profundidade de aproximadamente 7 metros.
A planta solar de Itaipu tem capacidade de gerar 1 megawatt-pico (MWp), unidade de medida para a capacidade máxima de geração de energia. Essa energia é equivalente ao consumo de 650 casas e só é utilizada para consumo interno, sem comercialização e sem ligação direta com a rede de geração hidrelétrica.
PRETEXTO – Na prática, o objetivo atual da “ilha solar” de Itaipu é funcionar como um laboratório de pesquisa para futuras aplicações comerciais. Os engenheiros envolvidos no projeto analisam todos os aspectos, como a interação das placas com o ambiente, incluindo eventuais impactos no comportamento de peixes e algas, na própria temperatura da água, influência dos ventos sobre o desempenho do painéis, a estabilidade da estrutura, dos flutuadores e da ancoragem com o solo.
RISCO AO MEIO AMBIENTE – A ideia, no futuro, é expandir a geração de energia elétrica por esta via, algo que precisará ser atualizado no próprio Tratado de Itaipu, assinado em 1973 entre Brasil e Paraguai e que viabilizou a colossal obra de engenharia compartilhada.

“Se falarmos em um potencial bem teórico, uma área de 10% do reservatório, coberta com placas solares, seria o mesmo que outra usina de Itaipu, em termos de capacidade de geração. Claro que isso não está no planos, pois seria uma área muito grande e depende ainda de muitos estudos, mas mostra o potencial dessa pesquisa”, apontou o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu Binacional, Rogério Meneghetti.
Estimativas preliminares indicam que seriam necessários pelo menos quatro anos de tempo de instalação para atingir uma geração solar de 3 mil megawatts (algo como 20% da capacidade instalada da hidrelétrica atualmente).
O investimento é de US$ 854,5 mil (cerca de R$ 4,3 milhões na cotação atual). As obras de instalação foram tocadas por um consórcio binacional formado pelas empresas Sunlution (brasileira) e Luxacril (paraguaia), vencedor da licitação.
Uma usina, muita fontes
A diversificação de fontes de energia na Itaipu Binacional não se limita aos estudos em energia solar, mas envolve projetos ousados com hidrogênio verde e baterias.
Essas iniciativas estão em desenvolvimento no Itaipu Parquetec, um ecossistema de inovação e tecnologia, criado em 2003 pela Itaipu Binacional em Foz do Iguaçu (PR). Conta com parceria de universidades e empresas públicas e privadas e já formou mais de 550 doutores e mestres em diferentes áreas.
A China é a maior compradora de commodity brasileiro, e aquisição das placas solares fotovoltaicas não seria uma forma de compensação comercial? A que preço ao meio ambiente?
Fonte: Agência Brasil – foto: Tânia Rego
Veja Também
Tragédia no Nepal e Tibete deixa mais de 160 mortos e 380 turistas desaparecidos
As autoridades locais informaram que 384 turistas estão desaparecidos, dos quais 291 são estrangeiros. Desastre afeta popular rota de trekking frequentada por pessoas do mundo inteiro. Pelo menos 95 pessoas morreram nesta quarta-feira (26/8) no...
Facebook é acusado de falhar na filtragem de suposta desinformação eleitoral
Segundo Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil, o Facebook não acatou as 15 denúncias de publicações “antidemocráticas” A Anistia Internacional, uma Ong controlada por liderança de viés político de esquerda, que se colocam como...