Proposta de Fernando Klinger (PL) estabelece regime especial para licenciamento de edificações irregulares utilizadas por instituições religiosas em Curitiba. A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) analisa um projeto de lei que cria regras especiais para a...
Países comunistas se aproximar e buscam mercado militar brasileiro em meio à crise econômica política com Estados Unidos
As Forças Armadas brasileiras buscaram, nos últimos dias, sinais de que o crescimento da tensão com os Estados Unidos não irá atrapalhar a aliança histórica entre os países e muito menos atrapalhar os negócios e parcerias já planejadas entre ambos.
Isso em um momento em que representantes da indústria de defesa da China e da Rússia aproveitam o afastamento entre Brasília e Washington para buscar autoridades militares brasileiras para vender seus produtos.
O Exército brasileiro por exemplo, já tem encomendado dos americanos 12 helicópteros Black Hawk avaliados em US$ 451 milhões de dólares e 222 mísseis Javelin, orçados em US$ 74 milhões.
Essas vendas são reguladas por um programa do Departamento de Estado, Foreign Military Sales, e fechados diretamente entre governos, o que acaba isentando da cobrança tarifárias.
Outro ponto é que a Colômbia decidiu comprar caças Grippen iguais aos brasileiros e eles poderão ser produzidos no Brasil na fábrica que está sendo construída. Mas como 30% dos componentes do avião são americanos, é mais uma razão de manter a parceria e evitar risco, pontou militares brasileiros.

A preocupação, porém, é que a escalada entre Brasil e Estados Unidos possa levar Trump a determinar a interrupção desses negócios, afetando ainda mais as forças brasileiras que vivem situação orçamentária crítica.
Além disso, há uma série de exercícios conjuntos dentro do programa chamado Combined Operation and Rotation Exercise (CORE), que se realizam entre as duas forças há anos. Em 2025, ocorrerá no sertão pernambucano e contará com cerca de 200 militares brasileiros e 150 soldados norte-americanos.
O Exército, Marinha e Aeronáutica têm escritórios em Washington e diante da paralisia do governo brasileiro em negociar com a Casa Branca, puseram em prática a diplomacia militar para captar a temperatura do Pentágono com as parcerias brasileiras.
Ainda que o sinal dos americanos tenha sido positivo, a escalada preocupa.
O presidente Lula e seu grupo como Rui Costa (Casa Civil), Sidônio Palmeira (Secom) e Celso Amorim aproveitam o momento para impulsionar e forçar parceria com chineses e russos. Isso tem incomodado os militares, que leem o movimento como resultado de uma linha de política externa mais próxima da China e da Rússia.
A Bahia sempre foi um reduto da esquerda e extrema esquerda e no governo Lula aumentou a proximidade da China, por ser um estado reduto eleitoral petista. O PT sempre se opôs as influências Norte Americana, incita o sentimento antiamericano, se utilizando do Itamaraty.
Fonte: CNN Brasil
Veja Também
Startups têm até 21 de junho para se inscrever em edital com aporte de até R$ 120 mil
Programa Mais Turismo busca soluções de inteligência artificial, análise de dados, automação, sustentabilidade e eficiência operacional, com oportunidade de validação em ambiente real Startups e projetos de base tecnológica têm até o dia 21 de junho...
Vereador Leonidas Dias assume a prefeitura durante viagem de Eduardo Pimentel
Prefeito Eduardo Pimentel, participará da Semana de Ação Climática de Londres. No documento encaminhado à Câmara, Eduardo Pimentel informa que se ausentará do país de 20 a 24 de junho para participar, como convidado da Rede C40, da Semana de Ação...