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No ranking da felicidade das Nações Unidas, a Finlândia segue no topo como o país mais feliz do mundo e o Brasil perdeu 11 posições em relação ao ano passado.
Pelo sexto ano consecutivo, a Finlândia ficou em primeiro lugar no ranking da felicidade WHR (World Happiness Report), iniciativa da ONU. O Brasil perdeu 11 posições em relação ao ano passado e ficou em 49º na lista, que tem 137 países. Desde 2016, quando ocupava o 16º lugar, o Brasil vem caindo no ranking — e, como sabemos, não faltam motivos para isso.
O documento aponta que a Finlândia está “significativamente à frente de todos os outros países” na lista. “Renda, saúde, ter alguém com quem contar, sensação de liberdade para tomar decisões importantes na vida, generosidade e ausência de corrupção desempenham um papel importante no apoio às avaliações de vida”, acrescenta o relatório.
Depois da Finlândia, aparecem Dinamarca, Islândia, Israel, Holanda, Suécia, Noruega, Suíça, Luxemburgo e Nova Zelândia. Na parte de baixo do ranking, Afeganistão e o Líbano continuam sendo os dois países mais infelizes da pesquisa.
A pesquisa não cita questão políticas, mas com certeza é impossível ser feliz num país governado por governos corruptos e justiças onorosas, obsoleta e morosa. Ou seja, o Brasil está mais infeliz, e não será tão cedo que vai encontrar a felicidade.
É impossível ser feliz num país em que a carga tributária utrapassa 45% e ainda paga taxas de água, luz, telefonia, cartórios, judiciárias, entre outras.
Como um povo pode ser feliz, quando os governantes gastam mais de 90% do que arrecada para manter salários de servidores públicos, que ganham 15 a 50 vezes mais que um trabalhador ou profissional liberal?
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