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Vândalos incitados por lideranças da esquerda invadiram e depredaram a Alesp durante a votação de privatização da Sabesp
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em meio ao tumulto e uma sessão marcada pela violência da esquerda, conseguiu aprovar na quarta-feira, 6, o projeto do governo de Tarcísio de Freitas para privatizar a Sabesp. Ao todo, 62 de um total de 94 deputados votaram a favor do texto. Houve ainda um voto contrário.
Parlamentares de oposição não participaram da votação, após a Polícia Militar entrar em confronto com vândalos que tentaram romper a barreira de proteção que separa a galeria do plenário.
Enquanto os deputados estaduais de São Paulo aprovaram o processo de privatização da Sabesp na quarta-feira, 6, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) se tornou palco de vandalismo e violência contra a democracia provocadas por militantes de esquerda contrários ao projeto liderado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Na confusão, vândalos tentaram invadir o plenário da Alesp e interromper a votação, da qual os deputados da oposição ao Palácio dos Bandeirantes preferiram não participar, mas foram frustrados pela Polícia Militar paulista.
Os atos de 6 de dezembro na Alesp foram duramente criticados por políticos e parlamentares da direita, que comparam a baderna ao que ficou conhecido como atos antidemocráticos de 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes. Eles questionam o Supremo Tribunal Federal (STF).
O deputado Carlos Jordy (PL-RJ), líder da oposição na Câmara, questionou se o STF irá prender os “terroristas da Alesp”. Fonte: O Antagonista
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