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Condenada em 2012 por matar e esquartejar o marido, Marcos Matsunaga, ela estava presa em Tremembé; alvará de soltura já foi cumprido.
Em nota, a Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo informou que “hoje (30), às 17h35, após decisão judicial, a direção da Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier de Tremembé deu cumprimento ao Alvará de Soltura em favor da presa Elize Matsunaga, em virtude de Livramento Condicional”.
Ouvidos pelo UOL, os advogados de Elize alegaram que ela podia pedir progressão para o regime aberto desde março de 2021 e só não o fez por uma mudança no entendimento da lei.
Marcos Matsunaga, que presidia a empresa de produtos alimentícios Yoki, foi assassinado por Elize em 19 de maio de 2012 no apartamento do casal na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista. Em seguida, ela cortou em sete partes o corpo do empresário e as espalhou na região de Cotia, na Grande São Paulo.
Condenada a 19 anos e 11 meses de prisão pelo assassinato ainda em 2012, Elize teve sua pena reduzida para 16 anos e três meses de reclusão pelo STJ, em 2019, por ter confessado a autoria do crime. (O Antagonista)
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