Essas expectativas em torno do centroavante do Manchester City já vêm do início de sua adolescência, quando seu talento foi descoberto pelo Bryne, da Noruega, e ele passou rapidamente pelas categorias de base do clube....
O processo de privatização da Companhia Paranaense de Energia (Copel) foi a pauta central de reunião entre a Frente Parlamentar das Estatais e Empresas Públicas com a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesta sexta-feira (26/05).
A reunião, que contou com representantes da bancada de Oposição da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e também da bancada de deputados federais do Paraná, e teve como foco o processo de venda da Copel, e o pedido de providências feito pelos parlamentares no final de abril.
O encontro, que ocorreu de forma virtual, contou com a participação do coordenador da Frente, deputado Arilson Chiorato (PT), do deputado Elton Welter (PT) e da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) com a diretora de Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis do BNDES, Natália Dias, e integrantes da Diretoria de Planejamento e Estruturação de Projetos.
Natália Dias, diretora do BNDES disse durante a reunião que a Copel foi notificada sobre a posição contrária à limitação do direito de voto nos 10% das ações (o que é previsto na Lei Estadual 21.272/2022), após a Copel apresentar os termos gerais e a questão dos chamados “direitos políticos”, ou seja, de voto nas decisões da empresa.
O BNDES também se colocou à disposição para receber todas as demandas e denúncias, fornecer os documentos e contratos que são públicos, e participar da audiência pública prevista para dia 01/06, organizada virtualmente pela companhia.
“O objetivo desse encontro foi conscientizar e, ao mesmo tempo, consultar o BNDES sobre as providências que estão sendo adotadas sobre a redução do seu direito de voto com esta nova proposta do Estado do Paraná de venda da Copel, e alertar a direção do BNDES sobre as irregularidades que estão ocorrendo, que envolve a provável maquiagem contábil, e a falta de consulta formal a ANEEL, e demais impasses jurídicos. Vamos fazer nova denúncia, além da que já protocolamos no final do mês passado no BNDES”, comenta.
“Esperamos que o BNDES tome as providências necessárias para evitar prejuízos financeiros para a União, uma vez que fornecemos material suficiente para isso a partir dos documentos protocolados, além das informações repassadas na reunião de hoje, e esclarecimentos de vários pontos feito pelos advogados que acompanham o caso”, avalia.
O coordenador da Frente das Parlamentar das Estatais e Empresas Públicas frisa que o prejuízo deverá ser proporcional à participação do banco público, uma vez que é o segundo maior acionista e também por não concordar politicamente dessa imposição da redução da política de participação, que veda qualquer um ter mais de 10% das ações da estatal. “Seguimos na luta pela Copel”, afirma.
Veja Também
Setor da saúde paga salários acima da média em Curitiba
Setor da saúde aparece como estratégico para Curitiba, com empregos qualificados e salários acima da média de outras categorias, segundo pesquisa do Ipardes A economia da saúde é uma das principais forças do desenvolvimento econômico...
NORUEGA COMANDA O SHOW E ACABA COM O SONHO DO HEXA DA SELEÇÃO BRASILEIRA
Haaland foi o artileiro do jogo que garantiu a vitória por 2 a 1 para a Noruega contra o Brasil, em Nova Jersey (Estados Unidos), pelas oitavas de final e acabou com o sonho do...