Grupo Mais Jazz fará apresentação para o público em geral e pessoas com deficiência Grandes sucessos da MPB, da bossa nova e do jazz norte-americano serão executados em apresentações inclusivas programadas para acontecer nos próximos...
Pela decisão, os Três Poderes têm prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento das verbas indenizatórias sem base legal.
O ministro do STF estabeleceu um prazo de 60 dias para que órgãos federais, estaduais e municipais reavaliem verbas remuneratórias e indenizatórias que não tenham fundamento legal específico
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão do pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.
“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.
A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.
Império dos penduricalhos
Flávio Dino também defendeu que o Congresso aprove uma lei para deixar claro quais as verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional, que é equivalente ao salário dos ministros do Supremo.
“Por este caminho, certamente será mais eficaz e rápido o fim do império dos penduricalhos, com efetiva justiça remuneratória, tão necessária para a valorização dos servidores públicos e para a eficiência e dignidade do serviço público”, ressaltou.
A suspensão dos penduricalhos foi decidida em um processo no qual Dino negou o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais.
Fonte: Agência Brasil – foto
Veja Também
Deputado Arilson alerta para impactos ambientais em Superagui, no litoral do Paraná
Líder da Oposição questiona proposta de ampliação da navegação na região da reserva ambiental e cobra transparência, estudos aprofundados e participação das comunidades locais. O deputado estadual Arilson Chiorato, Líder da Oposição na Assembleia Legislativa...
Festival reúne Copa do Mundo e gastronomia internacional com pratos a partir de R$ 6
O festival, que começa nesta quinta-feira (11/6), mesmo dia da abertura da Copa do Mundo, vai até 11 de julho com opções inspiradas em receitas tradicionais de países da América, Europa e Ásia. O Mercado...