Universidade amplia oferta e estreia nove novos cursos; oportunidades estão distribuídas entre Apucarana, Campo Mourão, Curitiba, Loanda, Paranaguá, Paranavaí e União da Vitória A Universidade Estadual do Paraná (Unespar) está com inscrições abertas para o...
A Suprema Corte analisa processos que podem modificar as regras de responsabilidade das plataformas digitais e obrigar a remoções de conteúdos e censura prévia e comprometer o debate democrático
Representantes das plataformas digitais no Brasil divulgaram, nesta segunda-feira (9), uma nota afirmando que a decisão em debate no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet pode resultar em “remoções preventivas e à censura privada, comprometendo o debate democrático”.
A legislação atual estabelece que as plataformas digitais só respondem civilmente se não atenderem a uma ordem judicial para remover determinado conteúdo – exceto em situações envolvendo direitos autorais ou a divulgação de imagens íntimas sem consentimento.
A Corte está analisando dois processos que podem modificar as regras de responsabilidade das big techs no Brasil. Em um dos casos, o ministro Dias Toffoli, relator da ação, votou pela inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil.
Conforme a tese de Toffoli, as plataformas poderiam ser processadas caso usuários identificassem conteúdos que estão na lista de vedados, como crimes contra o Estado democrático de direito e racismo. Nesses casos, as empresas poderiam ser responsabilizadas antes mesmo de receberem uma ordem judicial.
Veja Também
CURITIBA PROMOVE A PRIMEIRA ETAPA NACIONAL DO CIRCUITO BANCO DO BRASIL DE SKATE
A prefeitura de Curitiba incentiva o circuito nacional de street e park, que será realizado no Complexo Esportivo Tarumã, com entrada gratuita. Curitiba recebe, de sexta-feira (4/9) a domingo (6/9), a primeira etapa do Circuito...
Paulo Gonet sai em defesa de Moraes e pede nulidade de relatório da PF sobre a relação com Vorcaro
“Por outra causa mais, é nula. Mesmo que, casualmente, fosse encontrado algum indício do que o relator entendesse ser irregularidade de interesse penal….“. O ministro Paulo Gonet, indicado pelo Lula para a PGR, sai em...