Na opinião do ex-comandante da Força Aérea Brasieira, Carlos Baptista Júnior, os atos de 8 de Janeiro foi uma “grande balbúrdia”, provocado pelo descontentamento das urnas eletrônica. O ex-comandante da Força Aérea Brasileira Carlos de Almeida...
Decisão do Pentágono retirar força militar de apoio a Alemanha, após comentários críticos do chanceler alemão.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira, 1° de maio, a retirada gradual de aproximadamente 5 mil militares na Alemanha. A ordem partiu do secretário de Defesa, Pete Hegseth, e marca uma virada na política de presença militar americana na Europa, em meio ao desgaste entre Washington e Berlim provocado por declarações do chanceler Friedrich Merz sobre a guerra no Irã.
O estopim da crise foi uma fala de Merz na segunda-feira, 27, durante encontro com estudantes em Marsberg, na região de Sauerland. O chanceler afirmou que os Estados Unidos não dispõem de “uma estratégia verdadeiramente convincente” para encerrar o conflito com o Irã e que “uma nação inteira está sendo humilhada pela liderança iraniana” — referindo-se diretamente aos americanos.
A força militar dos Estados Unidos tem sido historicamente o pilar central da defesa da Alemanha contra a Rússia, operando no âmbito da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A Alemanha abriga o maior contingente de tropas americanas na Europa, funcionando como um centro estratégico de treinamento e apoio, com cerca de 35.000 militares da ativa.
Trump respondeu na terça-feira, pelo Truth Social: “O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, acha que está tudo bem o Irã ter uma arma nuclear. Ele não sabe do que está falando! Não é de admirar que a Alemanha esteja em situação tão precária, tanto economicamente quanto em outros aspectos!”

A retirada também cancela um compromisso firmado entre Washington e Berlim na cúpula da Otan de 2024: o envio de um batalhão equipado com mísseis convencionais de longo alcance à Alemanha, previsto para este ano pelo governo Joe Biden.
Pressão se estende à Itália e à Espanha
A tensão com aliados europeus não se restringe à Alemanha. Na quinta-feira, dia 30 de abril, Trump indicou que também estuda reduzir tropas na Itália e na Espanha. “A Itália não tem ajudado em nada. A Espanha tem sido horrível. Absolutamente”, disse o presidente ao ser questionado sobre possíveis corte.
Veja Também
Tragédia no Nepal e Tibete deixa mais de 160 mortos e 380 turistas desaparecidos
As autoridades locais informaram que 384 turistas estão desaparecidos, dos quais 291 são estrangeiros. Desastre afeta popular rota de trekking frequentada por pessoas do mundo inteiro. Pelo menos 95 pessoas morreram nesta quarta-feira (26/8) no...
Facebook é acusado de falhar na filtragem de suposta desinformação eleitoral
Segundo Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil, o Facebook não acatou as 15 denúncias de publicações “antidemocráticas” A Anistia Internacional, uma Ong controlada por liderança de viés político de esquerda, que se colocam como...