Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 11 de março de 2022

y

Segundo a revista “Istoé” algumas mídias do ocidente elegeram como herói, o presidente humorista, Volodymyr Zelensky. O povo ucraniano que me desculpe, mas, que herói é este? Que se esconde em um búnquer cercado de segurança e conforto, e manda o povo jogar coquetel molotov contra seus inimigos? Ele pode ser um bom ator teatral, mas longe de ser um herói.

Que herói é esse? Que em vez de procurar a paz, prefere convoca os EUA e Europa para entrar em sua guerra, exigindo exclusão do espaço aéreo, como uma forma de atiçar o ocidente para um conflito mundial.

Que herói é esse? Que convoca um exército jovens para fazer fronte aos adversários fortemente armado, quando poderia ter resolvido tudo via diplomacia?

Que herói coloca a população em fuga, e deixa seu povo em situação desgraçada?

Seria herói, se, senta-se à mesa com o inimigo, e, reouvesse os acordos anteriores que foram quebrados, ajustasse as questões pontuais, resolvesse as divergências inflamadas, evitasse os transtornos e prejuízo de uma guerra, que ainda pode deflagrar numa conflito mundial.

Imagine, por exemplo: se o Paraguai resolve quebrar o contrato que tem com a Itaipu Binacional e vender o excedente de sua energia para a Argentina. O Brasil perderia quase 50% do potencial energético da Itaipu, isso causaria um caos e poderia gerar um conflito internacional.

Foi mais ou menos isso que aconteceu. A Ucrânia um país mergulhado na corrupção, nos últimos anos vem cobiçando entrar na União Europeia e namorando com a OTAN, por conta disso, passou a quebrar de forma unilateral os acordos que tinha com a Rússia.

Veja Também