Os ataques contra o Irã são um “resultado direto” do que descreveram como “atos de terrorismo internacional” contra “navios inocentes” que transitavam pelo Estreito de Ormuz. “Essa resposta é resultado direto dos atos de terrorismo...
Depois de uma série de revelações da caixa preta da plataforma, Elon Musk declarou que o Twitter é uma ‘cena de crime’.
Elon Musk (foto) afirmou no sábado (10) que o Twitter “é uma empresa de mídia social e uma cena de crime”. A declaração foi feita em meio ao escândalo conhecido como ‘Twitter Files’, que se desenrolou na última semana com uma série de revelações da caixa preta da plataforma.
Investigação que foi divulgada na quinta-feira (08) pela joranlista Bari Weiss mostra que funcionários da plataforma mantém uma “lista negra” de contas. Eles restringiam o alcance dos tuítes delas por escolha arbitrária.
No primeiro episódio da série de revelações, no sábado (03) os docuemntos internos mostraram como a campanha democrata foi privilegiada na disputa pela Casa Branca.
Musk compartilhou uma série de publicações do jornalista Matt Taibbi em que ele relatou eventos anteriores ao bloqueio da conta de Trump no Twitter, em janeiro de 2021. Documentos da rede social publicados pelo jornalista mostram, por exemplo, interações entre executivos da plataforma e membros do FBI.
As revelações torna o mega empresário o novo watergate, com revelações comprometedora que envolve a campanha do atual presidente Joe Biden do partido Democrata e FBI. O mesmo controle deve ter havido em outras plataformas.
Aqui no Brasil o escândalo foi excrachado, o ministro Edson Fachim do STF, com pretexto de fake news, fez o controle por meio de decretos antes das eleições, ao convocou as plataformas digitais e determinou cancelamento de contas e bloqueio de divulgações.
Cabe ao Congresso Nacional abrir uma CPI para investigar e punir abuso de autoridade por parte de ministros e agêntes públicos, empresas de comunicações e plataformas digitais.
Fonte: O Antagonista
O caso Watergate teve origem durante esta campanha eleitoral de 1972. Em 17 de junho daquele ano, ocorreu uma invasão à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, na capital dos Estados Unidos.[4][5] Cinco pessoas — quatro das quais haviam participado da fracassada Invasão a Baía dos Porcos em 1961 — foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata.[6]
Bob Woodward e Carl Bernstein, dois jovens repórteres do jornal The Washington Post, começaram a investigar o já chamado caso Watergate. Durante muitos meses, os dois repórteres estabeleceram as ligações entre a Casa Branca e a invasão ao escritório do Partido Democrata. Muitas das informações obtidas por eles eram passadas pelo agente do FBI Mark Felt, que era mencionado pela alcunha de Garganta Profunda (Deep Throat), com intuito de preservar o anonimato de Felt.[7]
Durante a investigação oficial que se seguiu, foram apreendidas fitas gravadas que demonstravam que o presidente Nixon tinha conhecimento das operações ilegais contra a oposição, porém as fitas haviam sido editadas, com trechos removidos. Seu advogado argumentou que o presidente tinha prerrogativas de cargo e não estaria obrigado a apresentar informações confidenciais. Em 24 de julho de 1974, Nixon foi julgado pela Suprema Corte dos Estados Unidos e obrigado, por veredicto unânime, a apresentar as gravações originais, que comprovariam, de forma inequívoca, o seu envolvimento na ação criminosa contra a sede do Comitê Nacional Democrata e consequentemente a abertura de um processo de impeachment.[8] Dezesseis dias depois, em 9 de Agosto, Nixon renunciou à presidência. Foi substituído pelo vice Gerald Ford, que assinou uma anistia, retirando-lhe as devidas responsabilidades legais perante qualquer infração que tivesse cometido.
Por muitos anos a identidade de “Garganta Profunda” permaneceu desconhecida, até que em 31 de Maio de 2005 o ex-diretor-assistente do FBI, W. Mark Felt, foi revelado como o informante.[7] Bob Woodward e Carl Bernstein confirmaram o fato.[7]
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