Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 12 de dezembro de 2022

O Superior Tribuna Eleitoral despreza os protestos do povo nas ruas de todo o país e segue com a diplomação do candidato eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado em todas instância da justiça por crime de corrupção e improbidade administrativa. Porém, absolvido pelo STF, que formou turma para mudar o entendimento anterior, e favorecer o candidato petista.

Nesta segunda-feira (12/12), o petista e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), serão diplomados às 14 horas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A diplomação é apenas uma cerimônia em que a Justiça Eleitoral declara que os candidatos foram eleitos pelas urnas eletrônicas sem votos impressos, e poderão assumir seus cargos. A posse de Lula e Alckmin se não houver impugnação, poderá ocorrer no dia 1º de janeiro de 2023.

Após a diplomação, há um prazo curto, de quinze dias, para que adversários ou o Ministério Público Eleitoral apresentarem uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime). Essa ação pode levar à futura cassação do mandato caso se prove que a chapa eleita cometeu abuso de poder econômico, corrupção ou fraude durante a eleição.

O evento que sempre foi uma festa da democracia, neste caso, por conta dos protestos, precisarar de reforço na segurança no entorno do TSE. Segundo o governo do Distrito Federal haverá aumento do efetivo da Polícia Militar na região e bloqueios nas vias de acesso à Corte.

Desde do anúncio do TSE em que deu a vitória ao candidato Lula, o povo não concordou com os resultado da urnas eletrônica sem votos impresso, e protestam nas ruas, rodovias e também em frente ao quartéis das Forças Armadas, em todo o país.

Ministros de viés socialistas acusam o povo de antidemocráticos, e os eleitores de Lula, temerosos com o clamor do povo nas ruas, chamam os protestantes de golpistas.

Contudo, juristas e cientistas político afirmam que a ruptura democrática já aconteceu no Brasil, no momento em que o STF formou turma para absolver condenados por corruupções. Principalmente pelo fato de que a maioria da turma era composta por ministro escolhido pelos partidos dos condenados.

Também afirmam que, o fato de o Tribunal Eleitoral impor a sociedade a urnas eletrônicas sem votos impresso, colocou em descrédito o pleito eleitoral. Outros atos de ministros do STF, como: controle da plataforma, para oprimir as pessoas conservadoras e cancelar postagens e limitar a comunicação nas redes sociais, com finalidade de favorecer o candidato da esquerda, pode ser considerado atos graves, que caracteriza ruptura ao Estado de Direito.

A aproximação e vínculo do candidato Lula e seus aliados, com ministros da Suprema Corte, caracteriza judicialização política da Suprema Corte, o que pode ser considerado conluio.

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