Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 13 de outubro de 2025

Encontro no Egito para discutir o futuro da Faixa de Gaza conta com a presença de líderes de 27 países que buscam a paz. Petista não compareceu, talvez por não ser digno deste momento histórico para a paz no Oriente.

O presidente americano Donald Trump (foto) participa nesta segunda, 13, na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, de uma conferência de paz para decidir o futuro da Faixa de Gaza e qual será a participação de outros países em seu plano de paz, que acabou com uma guerra de dois anos.

Entre as principais autoridades do mundo, o presidente egípicio Abdel Fattah Sisi, o chanceler alemão Friedrich Merz, o turco Recep Erdogan, o emir do Catar Sheikh Tamim, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o britânico Keir Staermer, o espanhol Pedro Sánchez, o presidente francês Emmanuel Macron, o rei Abdullah II da Jordânia, além de representantes da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes, do Bahrein, do Kuwait, do Iraque, da Grécia, da Armênia, da Hungria e da Noruega.

Paz através da força

Para que um país possa influenciar nos acontecimentos mundial, é preciso ter força.

Essa força pode ser militar, como no caso da Rússia, ou econômica, como é o caso da China.

Ou, ainda, um único país pode ter essas duas forças ao mesmo tempo, como no caso dos Estados Unidos.

Foi o apoio militar americano a Israel que enfraqueceu o grupo terrorista Hamas e possibilitou a elaboração de um plano de paz.

O slogan do governo americano é “paz através da força“, uma mensagem de que só se pode alcançar a paz quando se exerce a força

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