Medidas tem como finalidade evitar situações de calamidade humana causadas por desidratações decorrentes da falta de consumo de água durante a realização de eventos culturais O mesmo decreto também prevê ação de combate ao cambismo...
Encontro no Egito para discutir o futuro da Faixa de Gaza conta com a presença de líderes de 27 países que buscam a paz. Petista não compareceu, talvez por não ser digno deste momento histórico para a paz no Oriente.
O presidente americano Donald Trump (foto) participa nesta segunda, 13, na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, de uma conferência de paz para decidir o futuro da Faixa de Gaza e qual será a participação de outros países em seu plano de paz, que acabou com uma guerra de dois anos.
Entre as principais autoridades do mundo, o presidente egípicio Abdel Fattah Sisi, o chanceler alemão Friedrich Merz, o turco Recep Erdogan, o emir do Catar Sheikh Tamim, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o britânico Keir Staermer, o espanhol Pedro Sánchez, o presidente francês Emmanuel Macron, o rei Abdullah II da Jordânia, além de representantes da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes, do Bahrein, do Kuwait, do Iraque, da Grécia, da Armênia, da Hungria e da Noruega.
“Paz através da força“
Para que um país possa influenciar nos acontecimentos mundial, é preciso ter força.
Essa força pode ser militar, como no caso da Rússia, ou econômica, como é o caso da China.
Ou, ainda, um único país pode ter essas duas forças ao mesmo tempo, como no caso dos Estados Unidos.
Foi o apoio militar americano a Israel que enfraqueceu o grupo terrorista Hamas e possibilitou a elaboração de um plano de paz.
O slogan do governo americano é “paz através da força“, uma mensagem de que só se pode alcançar a paz quando se exerce a força
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