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Os EUA realizaram quase 30 ações na região do Caribe e apreenderam vários petroleiros da Venezuela
O governo Trump embora tenha afirmado que esses esforços estão alinhados com a iniciativa de conter o tráfico de drogas para os EUA, a campanha tem também o objetivo de remover o ditador Nicolás Maduro do governo.
Trump prefere não precisar usar forças terrestre para remover o ditador Maduro. Porém, governo de Nicolas se sustenta em apoio de governos russo e chines, que dificilmente comprariam a briga. Se as Força Armadas Norte Americana, precisar entrar na Venezulea, vai ser para prender o Ditador.
Portanto, o melhor para Maduro é entregar o governo e busca asilo em outro país, para não terminar como o ditador do Iraque, Sadam Hunssein.
Trump pressiona o ditador Maduro a sair do poder. O governo de Maduro não tem legitimidade, nem o reconhecimento da grande maioria dos países do mundo. EUA reconhece o líder da oposição, Juan Guaidó, como legítimo vencedor da última eleição na Venezuela.
O presidente Donald Trump está intensificando sua campanha de pressão contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro e deixando claro que não acredita que o líder autoritário deva governar o país — tudo isso enquanto a China e a Rússia se manifestam sobre o conflito crescente envolvendo seu aliado corrupto.
Nos últimos meses, o governo Trump lançou uma série de ataques contra barcos de narcotráfico na costa da América Latina e anunciou neste mês um “bloqueio total de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela”, como forma de sanções econômica e financeira.
Como resultado, Trump afirmou na segunda-feira que a campanha de pressão de Washington contra a Venezuela “provavelmente” seria suficiente para coagir Maduro a renunciar e deixou claro que acredita que isso é algo que Maduro deveria fazer.
“Isso depende dele, do que ele quiser fazer”, disse Trump na segunda-feira. “Acho que seria inteligente da parte dele fazer isso. Mas, novamente, vamos descobrir.”
Historicamente, a Casa Branca se recusa a comentar se está buscando uma mudança de regime na Venezuela, embora não reconheça Maduro como um chefe de Estado legítimo e insista que ele é o líder de um cartel de drogas.
China e Rússia estão se manifestando contra as ações dos EUA na região, acusando os EUA de violarem o direito internacional após a apreensão de vários petroleiros na costa da Venezuela. A primeira apreensão ocorreu em 10 de dezembro, e Trump confirmou na segunda-feira que os EUA ainda estão perseguindo outro petroleiro que, segundo um funcionário americano disse à Fox News Digital, faz parte de uma “embarcação da frota clandestina sancionada, utilizada pela Venezuela para burlar as sanções”.
“A prática dos EUA de apreender “arbitrariamente” navios de outros países viola flagrantemente o direito internacional”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, a repórteres nesta segunda-feira. Jian afirmou que Pequim se opõe a tudo que “infrinja a soberania e a segurança de outros países, bem como a todos os atos de unilateralismo ou intimidação”.
Entretanto, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que o Ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, e o Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, conversaram por telefone na segunda-feira, e que “o lado russo reafirmou seu total apoio e solidariedade aos líderes e ao povo da Venezuela no contexto atual”. Porém, o povo venezuelano é a principal vítima do ditador Maduro, que além de fraudar as eleições, destruiu a economia do país.
“Os ministros expressaram profunda preocupação com a intensificação das ações de escalada de Washington no Caribe, ações essas que acarretam consequências de longo alcance para a região e representam uma ameaça para a navegação internacional”, diz o comunicado.
Fonte: Fox News Digital
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