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O Orçamentos Público para 2022 do governo do Paraná está previsto em R$54,5 Bilhões, deste total quase 23%, ou seja, o equivalente a R$12,5 bilhões vão para a Paraná Previdência, para garantir aposentadoria de funcionários públicos, que se aposentam com o último salário da carreira, que foi muito bem engordada com planos de aumento salarial acima da inflação, e incentivos de ganhos por tempo de serviço e outros adicionais por quaisquer curso que façam (como se a estabilidade já não fosse um prêmio).
Os funcionários públicos hoje, se aposentam com salários de R$ 10, 20, 30 ou 40 mil por mês, e ainda muitas vezes, acumulam outros ganhos previdenciários. Diferente dos trabalhadores da iniciativa privada ou profissional liberal, que recebem do INSS benefícios em média dois salários mínimos ou alguns pouquíssimos que conseguem se aposentar no limite máximo de R$6.433,00 depois de 35 anos de contribuição.
FARDO PESSADO SOBRE O CONTRIBUÍNTE
Hoje o governo do Paraná conta com 150 mil funcionários na ativa e mais 133 mil inativos, que custa a cara do olho, um fardo pesado para o contribuinte paranaense carregar nas costas.
O cálculo previdenciário é com base em estudo atuariais, que levam em conta o tempo de contribuição, o valor recolhido e a expectativa de vida do beneficiário. O servidor público brasileiro na grande maioria, não recolhem o necessário para garantir os benefícios, principalmente porque se aposentam precocemente com o maior salário da carreira.

A Previdência do Paraná, consome 12,5 bilhões do orçamento, por conta da expectativa de vida e principalmente do sistema que privilegia a categoria dos servidores com acúmulos de vantagens, conseguida por meio de greves em período eleitoral, que garante planos de carreiras e aumento de salários e encargos, sem projeções econômicas precisas, de impacto a longo prazo.
E quando a conta chega, o governador simplesmente aumenta as alíquotas dos impostos e as taxas de serviço o que eleva o aumento do custo de vida do povo trabalhador, saqueando o salário do contribuinte que cada vez fica mais pobre, para garantir a aposentadorias exuberantes do funcionários públicos que cada vez fica mais vorazes.
Atos criminosos contra a sociedade são cometidos por funcionários públicos, que fazem greves, faltam seus compromissos, prejudicam o serviço público e são lesivos aos contribuintes. Tudo isso nas barbas da justiça, o setor público dos mais privilegiado do Estado, como se tivesse julgando em causa própria. Greve essa garantida pelo STF de forma imoral pela ADIN nº. 2135/2000 e Emenda Constituciona 19/98, que contraria o artigo constitucional, no qual o Estado não deve gastar mais que sua capacidade financeira e economica.

Greve de funcionário público, que não se permite em países desenvolvidos como EUA, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Itália, Japão… Porém, aprovado por um ADIN julgada na Suprema Corte, cujos ministros empossados por presidentes socialistas milionários e corruptos, os quais se valem dos servidores para se perpetuarem no poder.
Como o próprio nome sugere, deveria ser “servidor público”, ou seja, servir na medida da necessidade da sociedade e para o bem-estar do Estado. No entanto, no Brasil esses se elevaram a categoria de amigos do “rei”, tudo para eles e nada para o contribuinte, que paga elevadas cargas tributarias, inúmeras taxas que deveriam ser isentas, tudo isso em troca de péssimo serviço prestado a sociedade.
O secretário da Casa Civil, Guto Silva, nesta Live, procurou amenizar a indgnação, disse: que com a reforma da previdência foi um pequeno passo para equalizar esta conta, que deve equilibrar ao longo dos próximos 10 anos.
No entanto, o fardo sobre o lombo do povo paranaense e brasileiro em geral vai continuar enquanto não houver uma lei que limite a responsabilidade previdenciária do Estado até cinco salários mínimos assim como acontece no INSS com a Previdência Social do Governo Federal para com o trabalhador da iniciativa privada e o profissional liberal.

Não é justo que todos paguem pela mordomia de uma categoria de funcionário público que se coloca acima da sociedade, com privilégios e mordomias que não existe em nenhum país desenvolvido de primeiro mundo.
Onde estão os políticos que fazem campanha em nome do socialismo?
Políticos que ficaram no poder por 13 ou 40 anos e só aumentaram essa diferença social, e insistem com discursos falaciosos, mentirosos, se fazendo de compaixão, quando eles são mais um destes privilegiados que usurpam do poder público para obter vantagem para si próprio e seus familiares e parceiros.
As categorias de funcionários públicos em todas as esfera de governo, estão mobilizadas em classes, organizações sindicais, associações para pressionar políticos e gestores públicos a conceder todas as regalias, aumentos que julgam de direito e obrigação do Estado, mesmo considerado imoral e fora da realidade social e econômica do país.
Eles [funcionários públicos] se fazem de vítimas do Estado, escondem contracheque, mentem para a população, manipulam a sociedade se fazendo de coitados. No entanto, hoje a melhor casa da rua, o melhor carro da rua, as maiores mordomias de um trabalhador são as dos servidores públicos. Quem mais viaja a turismo? Quem mais gasta dinheiro público no exterior? Quem mais compra produtos importados? Senão, os servidores públicos que mais abocanham o dinheiro dos contribuintes!
Evidente que há algumas categorias de servidores, principalmente aqueles não graduados, que estão no começo de carreira, esses têm um ganho normal dentro da média do trabalhador da iniciativa privada ou profissional liberal.
Tudo isso num país com 14 milhões de desempregados, 25 milhões de trabalhadores no subemprego ganhando menos de um salário mínimo e 17 milhões de brasileiros que vivem de auxílio do Bolsa Brasil.
Somos, sim um Brasil de muitos miseráveis e muitos servidores gananciosos vorazes que se colocaram acima da sociedade para usurpar do erário, que ganham no geral, três a dez vezes acima da média do trabalhador com a mesma formação técnica profissional. Além de tudo, tem aqueles que ainda se acomunam para roubar, dilapidar, saquear o dinheiro público, porque vivem na certeza da eterna impunidade da justiça.
A sociedade brasileira precisa se indignar, tomar consciência de cidadania e fazer um levante contra estas barbáries que poder público faz e escarra na cara de todos os cidadãos que se encontra acuado e oprimidos sobre o rolo compressor do estado. Enquanto isso, os donos do poder agem como semideuses acima do bem e do mal. (por jornalista Carlos Bahia)
A entrevista contou com a participação dos jornalistas Carlos Bahia, Rafael de Lala e Doroti Prados.
ASSISTA AGORA na íntegra a LIVE CAFÉ DA BOCA com o Secretário GUTO SILVA
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