Ato solene vai diplomar os cinco primeiros colocados e distribuir três menções honrosas; escritório de Curitiba conquistou o primeiro lugar por unanimidade. A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) realiza, nesta sexta-feira (26), às 14h, a cerimônia oficial...
Apesar de não ser um ano eleitoral, esse ano será de ajuste econômico e político para o Brasil com o influência de forças de correlações externas
O principal destaque é a posse de Donald Trump, que partirá para o segundo mandato, após um pleito marcado pela queda da representatividade do partido Democrata. Poderão haver algumas mudanças nas relações internacionais como a guerra da Ucrania com a Rússia, o trato dos paises do BRICS, e a situação das eleições na Venezuela.
O atual governo começa o ano com possibilidade de uma reforma ministerial, para tentar costurar uma boa base de apoio no Congresso. Também corrre por fora o Julgamento no STF o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, indiciado pela PF sob a suspeita de ter tramado um golpe de Estado no Brasil.
Donald Trump terá uma base parlamentar mais alinhada e montou um gabinete de perfil mais alinhado à sua agenda. Um caso específico é a indicação do empresário Elon Musk, que chefiará o Departamento de Eficiência Governamental;
– Posse de Maduro
Apesar de nunca ter apresentado as atas eleitorais confirmando a sua vitória, Nicolás Maduro vai tomar posse em 10 de Janeiro. Apesar de oficialmente o Brasil ter criticado Maduro por não conseguir comprovar que foi eleito, não se imagina que o Itamaraty de Lula e Mauro Vieira cortará relações com a ditadura venezuelana. Na contra mão dos governantes democráticos, o Brasil poderá se colocar ao lado de Maduro. A esperança de Maduro e seus aliados é que o Brasil possa endossar mais um mandato de Maduro;
– Julgamento de Jair Bolsonaro
Como revelou Crusoé nesta semana, a expectativa é que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro – indiciado por supostamente participar de um golpe de Estado – ocorra no final do segundo semestre. Os integrantes da PF ainda têm esperanças de que o general Braga Netto, preso no final do ano passado por supostamente tramar um plano para neutralizar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes, possa firmar um acordo de delação premiada. Um ponto que poderia dar outra dimensão às investigações;
– Destino das emendas parlamentares
Como mostrou O Antagonista, o ano de 2024 terminou sob impasse em relação à liberação das emendas apresentada por deputados e senadores de comissões temáticas. O ministro do STF Flávio Dino liberou apenas parte dos valores prometidos pela União aos Congressistas e ainda estabeleceu o prazo para que até 31 de março a Câmara e Senado apresentem os autores das emendas de comissões. O caso também será alvo de julgamento no STF para que, de uma vez por todas, se estabeleça critérios de pagamento e custeio das emendas; isso pode dar ao presidente Lula uma chance de negociação com o Congresso.
– Câmara e Senado sob nova direção
Haverá mudanças nas duas mesas diretoras. Na Câmara, a expectativa é que o líder do Republicanos, Hugo Motta, seja eleito presidente da Casa no lugar de Arthur Lira; no Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) deve voltar a comandar a casa e iniciar um projeto de longuíssimo prazo. Ele sequer foi eleito para um novo mandato, mas já trabalha para ser reeleito em 2027;
– Reforma ministerial a vista
Com as mudanças na Câmara e Senado, Lula será obrigado a fazer uma ampla reforma ministerial. Não somente para reacomodar aliados como Rodrigo Pacheco e Arthur Lira como também para melhorar a sua relação com o Congresso, cada vez mais desgastada em virtude do não cumprimento de acordos entre Executivo e Legislativo. Nomes como Paulo Pimenta, Ricardo Lewandowski e José Múcio Monteiro são apontados como aqueles que devem deixar a condição de ministro no início de 2025. Fonte: O Antagonista
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