Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 7 de novembro de 2022

A #BrazilianSpring (Primavera Brasileira) é uma hashtag que vem chamando a atenção mundialmente nas redes sociais, desde que os protestos ganharam corpo nas mídias sociais. O movimento foi algo natural e espontâneo do povo, que rejeita ser governado por um ex-presidente condenado em todas instância da justiça por corrupção e improbidade administrativa.

Em um primeiro momento, o protesto espontâneo, foi interpretado como “uma reação natural dos derrotados”, com o passar dos dias percebeu que o movimento não tem partido, nem político, mas uma luta contra o stablishment, que há décadas determina o que o povo deve aceitar o sistema de urna eletrônica sem voto impresso, para uma eventual auditoria, com uma santa inviolável, e a única verdade imposta pelo Tribunal Eleitoral.

Mais que os 58 milhões de votos das urnas eletrônicas, que foi compotado para o presidente Jair Messias Bolsonaro, é a multidão que estão nas ruas de todo o país contra a corrupção, o comunismo, e em defesa da democracia.

A esquerda logo acusou que era “um golpe” da direita. Pura Fake News! Antidemocráticos!…

Contudo, os protestos são espontâneos, pacíficos e legítimos, garantido pela Constituição Federal. No entanto, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, que também é ministro do Superior Tribunal Federal, denominou os manifestantes de antidemocrático, por suspeitar das polêmicas urnas eletrônicas.

A imprensa brasileira, na sua maioria de viés de esqueda, principalmente os grandes conglomerados, que recebiam muitas verbas públicas no governo petista, não estão noticiando o movimento de protesto. Contrária a realidade deste grandiosos acontecimento, essas mídias procuram descaracterizar a revolução contra a corrupção, e ainda desdenham e criticam o movimento, os manifestantes de antidemocrático.

Ministro da Defesa, vai apresenta nesta quarta-feira (09/11), ao TSE o relatório sobre análise das Urnas Eletrônicas, que foi critériosamente desenvolvido pelo Tecnicos do Exército, durante as eleições de 2022. As Forças Armadas foram convidada pelo presidente do TSE para acompanha o procedimentos das Urnas Eletrônicas.

A legitimidade do processo eleitoral como um todo, e não apenas seu resultado, foi colocado em dúvida em razão de diversas denúncias de fraudes e análises de resultados com situação fora dos padrões de probabilidade lógica.

Os protestos ganha adessão de empresários dos comércios, industrias, coperativas, que fecharam as portas por tempo indeterminado. A Suprema Corte brasileira sofre tremendo desgaste de credibilidade da instituição da justiça Eleitoral (Tribunal Superior Eleitoral), assim como próprio (Supremo Tribunal Federal).

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