Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 20 de julho de 2022

Em virtude das evidências dos fatos revelada pelas câmeras de monitoramento e testemunhas facilitou as investigações, e a Polícia Civil foi agil e mostrou eficiência na apuração das investigações. No entanto, isso incomodou o pessoal da esquerda, que achou o resultado diferente da versão desejada. Fato que levou a direção do PT apelar para o Ministério Público e exigir novas apurações.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) recebeu de volta nesta terça-feira (19) o inquérito policial sobre a morte do guarda municipal, Marcelo Arruda, que também era tesoureiro do PT, morto na troca de tiro com guarda penitenciário federal, Jorge José da Rocha Guaranho, na festa de aniversário, que fazia homenagem ao Lula.

A troca de tiro ocorreu no sábado (9) em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, depois de uma discussão entre o militante do PT, que era guarda municipal de Foz, e o agente penitenciário, que cuminou com a morte do petista.

A pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR), a Justiça solicitou urgência na inclusão de perícias pendentes, como a avaliação do celular de Guaranho e as imagens das câmeras de segurança do trajeto feito pelo agente penitenciário antes do crime. Guaranho foi indiciado por homicídio qualificado.

O inquérito descartou que o crime tenha motivação política, por entender que não há provas para afirmar que Guaranho atirou em Arruda por questões partidárias. (Fonte: O Antagonista)

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