Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 31 de julho de 2025

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, nesta quinta-feira (31), três mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em Curitiba, Colombo e Campina Grande do Sul. Os contratos firmados desde 2022, somam mais de R$ 226 milhões. Os pagamentos já efetivados ultrapassariam R$ 189 milhões, referentes a serviços de manejo arbóreo e roçada urbana.

A Operação Roçada II teve como foco a apuração de um esquema de fraudes a licitações públicas que teria causado prejuízo à Prefeitura de Curitiba, vítima dos supostos crimes e colaboradora das investigações.

Segundo a PCPR, um grupo econômico e familiar, que já teve implicações com fraude em de 2020, teria voltado a atuar de forma irregular por meio da criação de empresas em nome de “laranjas”, terceiros — — mantendo o controle oculto das atividades. O objetivo seria driblar sanções legais e fraudar contratos com o poder público.

As investigações apontam que essas empresas teriam firmado, desde 2022, contratos que somariam mais de R$ 226 milhões. Os pagamentos já efetivados ultrapassariam R$ 189 milhões, referentes a serviços de manejo arbóreo e roçada urbana.

A Justiça determinou bloqueio de R$ 12,4 milhões em bens e valores dos investigados, além da proibição de contratar com a administração pública.

A operação contou com o apoio da Polícia Científica do Paraná. O material apreendido será analisado e poderá embasar novas etapas da investigação. (PCPR – Foto: Fábio Dias/EPR)

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