Curitiba recebe, de 14 a 16 de agosto, a primeira edição do Cantate – Encontro de Canto Gregoriano e Polifonia Sacra, evento inédito que vai reunir especialistas, maestros, regentes, coralistas, pesquisadores e amantes da música...
A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, Maria José Braga, participou neste sábado (17/07), da Live Café da Boca, que teve a apresentação do jornalista Carlos Bahia, e participação dos jornalistas Doroti Prados e Rafael de Lala. A presidente da Fenaj, Maria José, disse que não há democracia sem jornalismo, que é por meio das informações que a sociedade pode acompanhar os acontecimentos e participar das decisões públicas.
No Brasil mais de 400 jornalistas, morreram vítimas da Covid-19 nos últimos dois anos de pandemia. Jornalismo é uma profissão de linha de frente, estão todos os dias no ‘fronte,’ em busca de informações, e como tais deveriam ter prioridade na vacinação.
Contudo, o profissional de jornalismo nas últimas décadas vem sofrendo ataques pessoais e agressões, inclusive de autoridades públicas, que deveriam respeitar e valorizar o profissional de imprensa.
REGULAMENTAÇÃO DO JORNALISMO – O ministro do STF, Gilmar Mendes, foi o relator da ação que banalizou a profissão de jornalista, retirando a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. A decisão da Suprema Corte favoreceu os interesses das grandes mídias, que relutavam para pagar salário da categoria por um jornalista diplomado. Infelizmente foi um retrocesso e desrespeito para a categoria dos jornalistas profissionais.
Mídia Digital
O jornal impresso tem por obrigação, declarar em seu expediente o jornalista responsável, assim como registro nos órgãos competentes. Com o advento das novas tecnologias, o jornal e revista impressos migraram para as plataformas digitais. No entanto, não há nenhuma regulamentação para que os portais de notícias sejam devidamente registrados em órgãos competentes e que tenham como responsável um jornalista diplomado.
CONSELHO REGIONAL DE JORNALISMO – Há necessidade de regulamentação da profissão de jornalismo, para adequação profissional e fiscalização. Ser jornalista vai muito além de tirar uma foto ou fazer um texto qualquer e jogar nas redes sociais. A profissão de jornalista exige técnica na produção de mídia impressa, rádio TV e Digital, além de amplo conhecimento em diversas áreas humanisticas, como: sociologia, filosofia, literatura, gramática, história, economia, política, cultura, entre outras, para compreender o contexto dos acontecimentos e decodificar as informações para o público.
Razão pela qual é importante a criação de um Conselho Regional de Jornalismo. No entanto, compete ao Presidente da República, encaminhar ao Congresso Nacional, um projeto de lei para a criação do conselho da categoria.
Confira a entrevista na íntegra:
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