Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 7 de julho de 2022

Qual a definição de desinformação do STF ou TSE?

Desinformação é qualquer notícia que não condiz com a verdade ou que manipula os fatos, seja uma notícia maliciosa ou tendenciosa, na TV ou rádio, disseminada nas redes sociais ou por uma grande imprensa tradicional.

Quando uma emissora no seu canal de notícias, em rede nacional divulga informações com omissão de dados, conteúdos imprecisos ou inversão de valores, com intuito de confundir ou enganar o cidadão, isso é desinformação.  

No entanto, o STE e o TSE composto pelos mesmos membros, definiram como fake News ou desinformação, tudo aquilo que contrariam a sua retórica.

Por exemplo: o cidadão não pode discordar ou duvidar das inquestionáveis ‘urnas eletrônicas’, sem votos impressos. Isso se tornou uma afronte para a Suprema Corte, que considera um ato antidemocrático. Se você procurar no site do TSE, todas informações levam a crer que a Suprema Corte detém a verdade absoluta, como se fossem deuses acima do bem e do mal. E tudo que você vai encontrar é que as urnas eletronicas usadas no sistema eleitoral brasieliro é inviolável, e os operadores são os mais confiável do mundo, acima de qualquer país democrático com votos impresso.

A Central de Combate à Desinformação Gralha Confere, criada em julho de 2020, é a primeira agência de checagens da Justiça Eleitoral e esclarecer o que é Fato ou Boato. O problema é que se a informação tiver que contrariam aquilo que os ministros definem como certo, o sistema vai acusar como fake ou desinformação.  

O que dizer de um ministro da Suprema Corte, que omite a verdade e tenta confundir opiniões estrangeiras, no momento em que participa de uma palestra em uma Universidade da Europa, e diz aos professores e acadêmicos, que os conservadores brasileiros querem que o voto seja com contagem manual.

Quando na verdade, o povo brasileiro quer voto impressos para eventual auditoria, porque não confia na Suprema Corte e nem nas urnas eletrônicas, controlada por esses ministros.

Portanto, o Sindijor-PR, que representa os jornalistas e a voz dos oprimidos, em defesa da democracia e da liberdade de imprensa, não deveria se render a imposição absoluta de uma Corte. Os sindicatos dos jornalistas e qualquer outra entidade de defesa da liberdade de impressa, não deveriam ter partido ou viés político, para melhor representar a categoria e defender o Estado Democrátido de Direito.

O sistema judiciário brasileiro, precisa urgente de reforma estrutural ampla, geral e irrestrita. Hoje o panorama do STF é de uma Corte composta por ministros, nomeados por ex-presidentes condenados por corrupção, os quais foram favorecidos e absorvidos por essa mesma corte. Quando tais Ministros, deveriam em nome dos princípios da Imparcialidade, Impessoalidade, Moralidade, Razoabilidade, Honestidade e da Democracia, se declararem impedidos de votar em processos suspeitos.

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