Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 22 de abril de 2024

Morreu em Porto Feliz – SP, aos 78 anos, Arlete Hilú, a mulher que comandava o tráfico de bebês para o exterior nos anos 1980. Arlete atuava em Curitiba e região e mantinha esquemas articulado para sequestro de bebês na maternidade. A organização cooptava famílias em situação de vuneabilidade social, que persuadidas entregavam seu filhos, com a promessa de oportunizar as criança a uma vida melhor, e como recompensa recebiam uma pequena quantia de dinheiro.

Em uma conversa que tive com a Arlete, ele confidenciou que fazia isso por amor as crianças das favelas, que tinha destino misserável e trágicos. Muitas delas além da precariedade e fome, estariam sujeito a se envolver com drogas e mortas. Na opinião da Arlete, essas crianças adotadas pelas famílas européias, teriam oportunidade de estudar em boas escolas e ganhar qualidade de viva, que não teriam no Brasil.

Arlete tinha Alzheimer e vivia numa casa de repouso. A morte ocorreu em dezembro do ano passado, mas só foi confirmada agora, segundo informações da UOL.

Antes de atuar no tráfico, Arlete trabalhou na Penitenciária Estadual do Paraná, de onde foi demitida em 1981. Ela virou curadora especial de menores, em 1983, uma atividade ligada à Justiça do Paraná, e começou a se envolver no tráfico de crianças. Ela foi condenada por tráfico de crianças, falsidade ideológica, formação de quadrilha e por retirar crianças do Brasil ilegalmente

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