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Segundo o presidente do TSE, a diplomação de Lula atesta a “vitória plena na democracia e do estado democrático de direito”
Em discurso durante a diplomação de Lula, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, disse que os bolsonaristas responsáveis pelos diversos protestos em todo o país e aqueles que tentaram tumultuar o processo eleitoral serão responsabilizados
Segundo Moraes, a diplomação de Lula atesta a “vitória plena na democracia e do estado democrático de direito”.
“Essa diplomação [de Lula] atesta a vitória plena da democracia e do estado democrático direito, contra os ataques antidemocráticos, contra a desinformação e contra o discurso de ódio proferidos por diversos grupos organizados que, já identificados, serão integralmente responsabilizados para que isso não retorne nas próximas eleições”, disse Moraes.
O povo que protesta nas ruas à mais de quarenta dias, não acredita em lisura das eleições, pela falta de credibilidade das urnas eletrônicas sem votos impressos. Na opinião do povo brasileiro o resultado das eleições não representa a vontade soberana da maioria dos brasileiros.
“Essa diplomação consiste no reconhecimento da lisura do pleito eleitoral e da legitimidade política conferida soberanamente pela maioria do povo brasileiro por meio do voto direto e secreto”, acrescentou Moraes.
Em seu discurso, Moraes classificou protestantes como militantes bolsonaristas e os chamou de “extremistas e criminosos”, integrantes de uma “milícia digital”. Na fala, Moraes, que é relator dois inquéritos no STF sobre notícias falsas e atos antidemocráticos, indicou que vai intensificar as investigações que miram a claque bolsonarista.
No entanto, tudo que os ministros dos STF classificaram como fake news ou desinformções, não foi comprovada, e muito menos há leis que possam classificar ou enquadrar uma informação imprecisa como falsa. Ministros criaram um glossário de palavras proibidas, as quais seriam considerada fake news. Por exemplo: durante a pandemia não poderia duvidar da eficiência da vacina anti covid-19, nem mesmo autoridades médicas poderia expressar suas opiniões contraria as vacinas, que seria considerado negacionista. O mesmo ocorre com as urnas eletrônicas, sem os votos impressos. Muitas constas foram canceladas e postagem bloqueadas de quem duvidasse da inviolabilidade das urnas eletrônicas.
Alexandre de Moraes procura justificar a razão pela qual condenou jornalista, parlamentares e técnicos especialistas em TI, por questionarem a inviolabilidade das urnas: “Os extremistas, criminosos, milícias digitais começaram a atacar a mídia tradicional, para substituir livre debate por mentiras. Coube à justiça eleitoral atuar de maneira séria e firme para evitar que desinformação maculasse liberdade de eleitores e eleitoras”, completou Moraes. Fonte: O Antagonista
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