De festival coreano a cinema com ingresso barato, o que não faltam são opções para curtir o feriado prolongado na cidade Moradores e turistas que escolheram Curitiba para passar o feriado prolongado contam com opções...
O Ministério Público Federal defende que escolas militarizadas devem ser proibidas de exigir padrões estéticos como corte de cabelo, cor das unhas e uso de acessórios por parte dos(as) estudantes. A posição foi reforçada na segunda-feira (5), quando o órgão recorreu de decisão judicial que negou pedido liminar contra a imposição.
A ação tramita na Justiça Federal do Acre, mas tem efeitos sobre colégios cívico-militares estaduais e municipais em todo o território nacional, inclusive no Paraná.
A ação civil pública do MPF foi ajuizada em julho de 2023 e também pede que o Estado se abstenha de proibir vedações à liberdade de expressão como a livre manifestação política e a comportamentos que em nada interferem na aprendizagem.
Contudo, o Colégio Cívico-Militar tem por finalidade implementar a disciplina dos estudantes com a finalidade de melhorar o desempenho e aprendizado. O regime educacional com sistemática militar na escola, desenvolve no aluno sentimento cívico, respeito mútuo entre os colegas e desenvolvimento social. Professores e alunos sentem-se mais seguros com a presença de diretor ou munitor militar na instituição, prova disso é melhoria no desempenho escolar, e aumento de alunos que buscam escolas Cívica-Militares.
“Para o MPF, a imposição de padrão estético uniforme aos alunos, quanto ao tipo de corte de cabelo, roupas, maquiagem e outros adereços possui impacto negativo desproporcional em indivíduos de grupos minoritários, marginalizados ou alvos de preconceito, como pessoas com cabelos crespos e cacheados”, explica o ministério pública em nota.
Segundo a APP Sindicato, o governador é avesso aos valores de uma educação humanizadora e que valoriza a diversidade, e o modelo cívico-militar não possui qualquer sustentação pedagógica ou na literatura científica, mas foi implantado à força para agradar a base de ‘extrema-direita’ do governo Ratinho Junior.
A APP alega que cada monitor militar custa R$ 5,5 mil aos cofres públicos, uma gratificação maior do que o piso dos(as) professores(as) e o suficiente para pagar o salário básico de quatro funcionários administrativo (Agentes I). É o maior cabide de emprego para militares aposentados(as) que poderiam ser contratado para fazer segurança na escola e não para dar ordem-unida.
(OBS: APP anúnciou o aumento salárial do Agente I: inicia em R$ 2.066,69, e final da carreira R$ 4.984,97).
Veja Também
GARANTIA CONSTITUCIONAL: Fachin diz que gravidade dos fatos não autoriza atalhos
O que pode colocar em risco a democracia: as denúncias dos ilícitos cometido pelas autoridades ou a corrupção mantida em sigílo? O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, garantiu, nesta sexta-feira (4), em...
Moraes não tem condição “moral” para de seguir no STF, diz Flávio Bolsonaro
Candidato Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que espera autorização do plenário da Corte para investigar formalmente o ministro O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (4/9), em São Carlos (SP),...