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A psicóloga Marisa Lobo, que tem mais de 12 livros editados sobre família e valores sociais, comenta algumas contextualização sobre o seu livro “A IDEOLOGIA DE GENERO NA EDUCAÇÃO”.
Segundo a psicóloga é dever dos pais a educação moral e religiosa, e da mesma forma que é dever da escola proporcionar ao aluno recursos intelectuais, assim como os conhecimentos sem imposição contrária à sua ética, costume, tradição familiar ou religiosa.
É responsabilidade dos pais proteger os filhos de abusos morais, físicos, intelectuais e sociais. Compete aos pais e professores o dever de construir uma escola de qualidade que prepare nossas crianças e adolescentes com conhecimentos intelectuais para uma futura vida acadêmica.
Os alunos devem ser atualizados sobre os novos paradigmas, porém, mais que tudo, alertados e protegidos dos efeitos nefastos da transformação social imposta pelo pós-modernismo.
Marisa conta que ao longo de seu trabalho, percebeu que a maioria dos professores também tem família e sentem a necessidade de um contraponto, de um contraditório, que estimule a visão crítica desta dessa doutrinação ideológica imposta pelo sistema de ensino, que foi dominado por víeis político de estrema esquerda.
Entenda como tudo começou: IV Conferência Mundial sobre a Mulher que aconteceu em Pequim no ano de 1995, tinha por finalidade promover a Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz, com intuito de tratar da discriminação social entre homens e mulheres. No entanto, movimentos feministas tomaram a discussão de forma astutas e conduziram o debate para o para temas gayzistas e colocando na agenda da ONU um tema que deveria ser tratado aparte.
A palavra “gênero” no sentido gramatical se refere apenas divisão entre masculino e feminino, porém, grupos feministas, gayzistas e marxistas com base na tese de Friedrich Engels, se apossaram da palavra para definir outras formas de gêneros sobre influência dos movimentos LGBTTs.
Desde então a ONU se esforça em convencer países membros a adotar política de desconstrução da “heteronormatividades”, ou seja, descaracterizar a normalidade da família composta por homem, mulher e filhos. E apoia de forma intensificada a diversidade sexual e a diversidade da família.
Em 2015 o Papa Francisco rejeitou o francês Lauren Stefanini, gay assumido, que foi indicado para assumir um cargo de embaixador no Vaticano.
Em 2009 o então presidente Lula, assinou o decreto 7037/2009 que obriga o serviço público reconhecer a configuração da família composta por gay, lésbica, bissexual, travesti. Inclusive tentaram colocar a ideologia de gênero no Plano Nacional da Educação. O MEC durante o governo petista exigiu que os estados e municípios instituíssem a matéria da ideologia de gênero no currículo escolar. O Absurdo chegou nas escolas com proposta de submeter as crianças a ideologias de gênero, sem consentimentos de seus pais, e ainda impor a elas a tarefa de mudar a visão de sua família, sobre pretexto de que a sociedade está desatualizada.
No entanto, a ideologia de gênero se sustenta de forma artificial por força política, sem base científica, e os debates nos campus universitários não abre espaço para vozes contrarias.
Segundo Marisa Lobo, as pessoas estão se deixando levar por teorias da cabeça de gente que escreve qualquer besteira, sem conhecimento socio-biológico e sem juízo de valores ético moral. Exemplo disso, é o caso da feminista radical homossexualista lésbica, Shulamith Firestone, de origem canadense, com viés marxista, diagnosticada psicótica, esquizofrênica, drogadita, que morreu em 2012 (foi encontrada em estado de putrefação em sua casa). Ela em suas teorias pervertidas, pregava a destruição da família, e a liberdade de mulheres e crianças usarem a sexualidade sem distinção, defendia a promiscuidade humana como acontecem com cães, porcos e macaquinhos.
Para o Cientista social Alípio de Sousa Filho, a naturalização da sexualidade humana cujo o efeito mais destacado é ter criado a ideia segundo a qual a heterossexualidade seria inata (a natureza daria os exemplos de todas as espécies) algo natural e normal. Já a homossexualidade sendo uma tendência adquirida, não pode ser natural nem mesmo normal. (pág. 45)
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