Proposta voltada à população em situação de rua estabelece critérios para a chamada internação humanizada, que poderá ocorrer nos casos em que houver risco iminente à vida da própria pessoa ou a de terceiros. O...
Intervenção dos EUA na Venezuela afetaria diretamente os projetos políticos da esquerda na América Latina.
O discurso de Lula na reunião do Mercosul, neste sábado (20), mostrou preocupação com conflito armado na América do Sul diante da ameaça de intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que pode levar à tentativa de derrubar o atual regime do presidente Nicolás Maduro e, com isso, desencadear uma nova guerra na região de proporções imprevisíveis.
EUA e 13 países latino-americanos não reconhecem a validação da reeleição de Maduro na Venezuela. (Argentina, Costa Rica, Chile, Uruguai, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Jamaica, El Salvador, Canadá e EUA).
Lula se coloca explicitamente ao lado do ditador Maduro, e, questiona ações dos EUA: “Os limites do direito internacional estão sendo testados”, disse Lula ao alertar:
“Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo.” Será que o presidente brasileiro estaria insinuando intromissão da China ou Rússia no conflito?
Vale lembrar, que na Guerra das Malvinas, o Brasil se colocou em favor da Argentina, e negou apoio a Inglaterra, na atual conjuntura política brasileira, possívelmente o Congresso Nacional não aprovaria uma ação das Forças Armadas em favor da Venezuela.
Neste momento, tropas dos EUA cercam o Mar do Caribe na fronteira venezuelana, determinada a combater ao narcotráfico e todas as articulações terroristas na América do Sul. O Brasil está no ranking do segundo país mais violento do mundo, e, é aponado como uma das principais rotas do narcotráfico para EUA, Europa e Ásia.
O bloqueio dos navios petroleiros tem por finalidade asfixiar financeiramente a Venezuela e provocar um caos econômico no país, com objetivo de forçar a renúncia do Ditador Nicolás Maduro, acusado de trapacear as eleições, para perpetuar no poder.
Em entrevista a jornalistas, na última quinta-feira (18), no Palácio do Planalto, Lula informou ter mantido conversas por telefone tanto com Maduro como com Trump, na tentativa de buscar uma solução diplomática para a situação.
“Falei para o presidente Maduro que se ele quisesse que o Brasil ajudasse com alguma coisa ele tinha que dizer o que ele gostaria que a gente fizesse. E disse ao Trump: ‘Se você achar que o Brasil pode contribuir, nós teremos todo interesse de conversar com a Venezuela, de conversar com vocês, conversar com outros países para que a gente evite um confronto armado aqui na América Latina


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