Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 16 de agosto de 2025

Presidente Lula no discurso de inauguração de fabrica chinesa voltou a criticar políticas do presidente Trump

Ao participar da inauguração de montadora chinesa da GWM de carros elétricos e híbridos na cidade de Iracemápolis (SP), a 160 km de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez elogios à China, e disse que é atualmente o “maior parceiro comercial do País”.

[O Brasil precisa ser cauteloso nas relações na China, que só vai investir pontuaqlmeneonde possa ter controle e dominio sobre o país, como ferrovias, portos e aeroportos e comperativas de agronegócios em r buscar se garantir de comodities brasileiros para suprir suas necessidades].

A indústria nacional não tem capacidade competitiva diante dos produtos chineses que tem mão de obras muito barata.  Muitas fábricas brasileiras nas últimas décadas fecharam as portas ou reduziram o quadro funcional e passaram a importar produtos industrializados da China.

A montadora chinesa emprega apenas 600 funcionários, produz o SUV híbrido Haval H6, disponível em quatro versões; a picape média Poer P30, e o SUV de sete lugares Haval H9, ambos equipados com motorização turbodiesel. A empresa chinesa estima investimento de R$ 4 bilhões até 2026 no país, o que engloba os valores já gasto com a abertura da nova fábrica.

“A China é o nosso principal parceiro comercial. A gente vai tentar brigar para que o comércio mundial seja equilibrado. A gente quer que volte o multilateralismo”, afirmou Lula.

O presidente pediu que mais empresas chinesas desembarquem no Brasil para gerar mais empregos. Ele lembrou que quando deixou a presidência em 2010, havia comércio de 3,6 milhões de carros. Mais de uma década depois, as vendas estão na casa de 1,6 milhão de veículos. “É por isso que nós estamos recuperando a indústria com política de créditos”, disse.

Lula afirmou que não aceita que países grandes sufoquem os menores. “Isso não é comércio justo. O comércio justo é aquele em que as regras são estabelecidas em igualdade de condições para todo mundo”. 

Fábrica chinesa

Lula lamentou que fábricas da norte-americana Ford tenham deixado o Brasil em 2021, e celebrou a chegada da empresa chinesa. “Essa visão que os chineses têm de que eles podem ocupar uma parte do mundo vendendo e produzindo e ensinando, que nós vamos aproveitar”. 

Lula dirigiu-se aos diretores da empresa chinesa e pediu que façam do Brasil uma base de vendas na América Latina. “Para quem quiser vir, nós estaremos de braços e coração abertos”.

Empregos

O vice-presidente Geraldo Alckmin, também presente ao evento, lembrou que o Brasil tem a oitava maior indústria automotiva do mundo e que o país recebeu sete novas montadoras. Ele elogiou a empresa chinesa que contará com um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação. “Aqui são 700 empregos. Até o começo do ano que vem, 1.300, mais 10 mil indiretos”, disse Alckmin.  

GGeraldo Alckmin apresenta dados duvidosos para tentar justificar um crescimento mascarado:  citou que a indústria automotiva, ano passado, cresceu, no Brasil, 9,3%, enquanto que no mundo a média é de 2%. “A venda de veículos cresceu 14,1%” Em razão do ganho da massa salarial, caiu o desemprego”. Mas, quem estão comprando carros novos no Brasil? Locadoras, prefeituras, governos, órgãos públicos, servidores da elite?

No entanto, o aumento nas vendas se justifica porque o mercado estava reprimido, além que de o crescer 9% de uma indústria pequena é quase nada se comparada com a produção dos EUA, Alemanha, Corea do Sul, Mexico., China,…

Parceiro comercial

O presidente pediu que mais empresas chinesas desembarquem no Brasil para gerar mais empregos. Ele lembrou que quando deixou a presidência em 2010, havia comércio de 3,6 milhões de carros. Mais de uma década depois, as vendas estão na casa de 1,6 milhão de veículos. “É por isso que nós estamos recuperando a indústria com política de créditos”, disse.

Porém, Lula não mencionou que deixou nas mãos de sua sucessora Dilma Rouselff, que ao sofre impeachment, deixou o país quebrado, com a maioria das empresas estatais deficitárias, operando no prejuízo, o maior índice de desemprego da história e mais de 15% de trabalhadores desempregados.

Fonte: Agência Brasil – foto:

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