Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 3 de junho de 2026

Lula também criticou o “tarifaço” e disse que o país não aceitará ser tratado como uma “republiqueta insignificante”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (3/6), disse que o Brasil vive um momento de conquistas econômicas e sociais, mas enfrenta dificuldades para fazer com que a população perceba. [Quando o governo faz o mínimo necessário, falta o algo mais na saúde, educação, transporte público, segurança, portanto, não tem como o povo perceber ações que atende as expectativas].

Durante a abertura da reunião ministerial, o chefe do Executivo também criticou a decisão dos Estados Unidos de impor tarifas ao Brasil e disse que o país não aceitará ser tratado como uma “republiqueta insignificante”.

Ao comentar o cenário nacional, o líder petista classificou o momento atual como um “paradoxo” da política brasileira. Segundo ele, o país reúne indicadores positivos e avanços em diferentes áreas, mas nem sempre essas conquistas são reconhecidas pela sociedade.

[Talvez o presidente se refere ao paradoxo dos impostos mais alto do planeta, que reduz o poder aquisitivo do trabalhador, se a economia melhorou foi para poucos privilegiado do poder público e parceiros do governo].

“Poucas vezes na história o país conseguiu ter coisas tão positivas a seu favor como nós temos agora”, afirmou. Lula destacou ainda a melhora da qualidade de vida da população e atribuiu parte desse resultado aos avanços na educação.

No entanto, nas últimas décadas os dados estatísticos comprovam o aumento da violência e pobreza no país, tratamento de saúde precário, com hospitais lotados, índices educação básica coloca o Brasil entre os piores do mundo.

Críticas a Trump

O presidente também ressaltou a importância do fortalecimento da democracia brasileira e da defesa do multilateralismo nas relações internacionais. Segundo Lula o Brasil tem buscado ampliar seu protagonismo global e não pode aceitar ser tratado de forma secundária por outras nações.

“Nós temos muita história e não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deu ao Brasil esta semana”, declarou

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