Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 10 de março de 2020

A Justiça do Paraguai negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão, Roberto de Assis, que estão detidos no país.

Com isso, ambos continuam presos preventivamente em uma penitenciária de Assunção.

“A investigação tem menos de uma semana. E está ficando claro o tamanho do caso, com novas revelações. É de responsabilidade minha, do Poder Judiciário, garantir a continuidade dessa investigação. Não podemos correr o risco de a investigação acabar por causa de uma fuga ou de uma saída do Paraguai”, justificou o juiz Gustavo Amarilla.

Leia também:A suspeita de um plano de espionagem no Planalto?

Ronaldinho e Assis estão detidos desde a última sexta-feira por terem tentado entrar no país com documentos falsos.

Como noticiamos, o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, comentou o caso: “Caia quem cair, temos que saber a verdade”.

Em entrevista a uma emissora de TV paraguaia, ontem à noite, o presidente Mario Abdo Benítez falou sobre o caso envolvendo Ronaldinho Gaúcho e o seu irmão Roberto de Assis, que estão presos no país após serem flagrados utilizando passaportes falsos.

De acordo com Benítez, a determinação dada ao ministro do Interior, Euclides Acevedo, foi: “Caia quem cair, temos que saber a verdade”.

O presidente do Paraguai também disse que haverá uma auditoria no órgão público que emite passaportes e cédulas de identidade no país.

Benítez também foi perguntado sobre fotos que circularam nas redes nas quais ele aparece ao lado da empresária Dalia López — ela é suspeita de ter mandado confeccionar os documentos falsos usados por Ronaldinho e Assis.

O presidente paraguaio disse que só viu Dalia uma vez e não tem qualquer relação com a empresária.

Ao contrário do que seus advogados haviam dito, Dalia não se entregou à polícia ontem — há uma ordem de prisão contra ela. Fonte: O Antagonista

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