Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 26 de dezembro de 2022

Atos violentos com incendios de carros e confrontos abalaram o centro de Paris neste sábado, após um protesto pela morte a tiros, na sexta-feira, de três pessoas de origem curda. Por incrível que pareça, a imprensa brasileira não trata os confrontos de Paris como terrorismo e ataque antidemocrático.

Além dos óbitos, outras três pessoas ficaram feridas depois que um atirador abriu fogo em um restaurante e centro comunitário curdo.

Os confrontos no protesto começaram na sexta-feira, entre a polícia e grupos de manifestantes que se reuniram no local após o ataque.

As imagens de terror mostraram incêndios de vários carros nas ruas e manifestantes quebrando vidros de carros.

Centro cultural

O ataque da sexta-feira ocorreu em um centro cultural curdo e em um restaurante na Rue d’Enghien, no 10º arrondissement de Paris.

Um homem de 69 anos que descreveu a si próprio como um racista que odiava os estrangeiros, segundo uma fonte policial disse à agência de notícias AFP, foi preso.

A polícia deteve o suspeito que não resistiu e teria recuperado a arma usada no ataque. Os promotores disseram que uma investigação foi aberta.

O sujeito, que está sendo interrogado pelas autoridades, havia sido liberado recentemente por outro ataque, que ocorreu em 2021 e foi feito em um acampamento de imigrantes.

“Estávamos andando na rua e ouvimos tiros”, disse uma testemunha, Ali Dalek, à BBC. “Nós nos viramos e vimos pessoas correndo.

Fonte: BBCLondres

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