Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 1 de junho de 2019

1424 – A Universidade de Cambridge, no Reino Unido, possuía apenas 122 livros – e o preço de cada um era equivalente ao de uma fazenda ou vinícola. A prensa de Gutenberg espalhou pela Europa. Em poucas décadas haviam pelo menos 15 milhões de livros impressos. Antes, cada cópia de livro exigia penoso trabalho de um escriba – que escrevia tudo à mão, página por página.
PERÍODO COLONIAL
A coroa portuguesa possuía uma listagem de obras que não poderiam circular em seus territórios, incluindo todas as suas colônias. 
Foram proibidas de circular principalmente obras de teor iluminista ou que criticassem a Igreja Católica e a monarquia absolutista instituída em Portugal.
PERÍODO MONÁRQUICO
Repreendia aqueles que defendiam ideias abolicionista e o Estado laico. Também era fortemente reprimido qualquer movimento separatista.

Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg, ou simplesmente Johannes Gutenberg (1400 – 3 de fevereiro de 1468) foi um inventor, gravador e gráfico do Sacro Império Romano-Germânico. Gutenberg desenvolveu um sistema mecânico de tipos móveis que deu início à Revolução da Imprensa, e que é amplamente considerado o invento mais importante do segundo milênio.[2] Teve um papel fundamental no desenvolvimento da Renascença, Reformae na Revolução Científica e lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e a disseminação em massa da aprendizagem.

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