Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 25 de agosto de 2019

ONGs MILIONÁRIAS CRIADAS PARA ENCOBRIR EXPLORAÇÃO ESTRANGEIRAS

General Durval Nery, conselheiro do Centro Brasileiro de Estudos do Exército (CEBRES) denuncia guerra programada por meio de governos e empresas estrangeiras para subtrair nossas riquezas.

Os países se utilizam de ONGs para infiltrar nos meios políticos e produzir legislações, influenciar governos e controlar ações governamentais que favoreçam explorações dos recursos de biodiversidades e hidrominerais.

Há mais de 276 mil ONGs no Brasil, sendo pelo menos 100 mil na Amazônia, muitas delas foram criadas para lavagem de dinheiro, narcotráfico e outras servem como sustentáculos de empresas estrangeiras que exploram a riqueza da Amazônia brasileira, segundo estudo criterioso desenvolvido pelo general Mainardes Marques Santa Rosa, do Ministério da Defesa.

Segundo o general Nery, há uma guerra de invasão programada, na qual países e empresas mantêm ONGs para fundamentar projetos de leis que favoreçam a criação de área de preservação ou indígenas na qual eles possam negociar direto com as tribos as formas de exploração das biodiversidades e minerais da Amazônia. Por exemplo, em 2006 um ministro da Inglaterra, sugeriu que se criasse uma lei que permitisse a privatização completa da Amazônia, com base em uma lei brasileira de Privatização das Florestas, sancionada pelo então presidente Lula.

A Ong WWF por exemplo, age como braço das organizações estrangeiras, além de financiar outros movimentos que possam desestabilizar o governo, como MST. Também promove projetos que facilitam a exploração das reservas minerais por empresas que estão a serviço de outros governos.

Em Rondônia na reserva Raposa Serra do Sol, os índios aliciados por ongs mataram 34 garimpeiros, com o pretexto de defesa de suas terras, no entanto, colocaram empresas estrangeiras que faturaram mais de R$ 6 bilhões com as jazidas de diamantes, a maioria de forma clandestina (Rothschild maior explorador de diamantes do mundo).

No Amapá, empresas controladas pela Petrosteel, exploraram por 40 anos a região, acabaram com a jazida de Manganês, estocaram milhões de toneladas da nossa reserva nos EUA, deixaram somente buracos e passivos trabalhistas.

O mesmo está sendo feito com o Nióbio, (98% do metal no mundo está na Amazônia).

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