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Lamentável que dois agentes públicos, que deveriam ser exemplo de controle e equilíbrio emocional, se envolvem em discussão política e decidem resolver a diferença com o uso de suas armas.
Na noite deste sábado (9) o guarda municipal Marcelo Arruda, que teve estava comemorando seu aniversário numa associação de fiscais, e se desentendeu com o agente penitenciário Jorge José da Rocha Guaranho, que resolveram suas diferenças à bala.
Arruda era membro da diretiva do PT em Foz do Iguaçu e se utilizava da associação dos fiscais da receita, para comemorar seu aniversário de 50 anos com homenagem ao seu candidato ex-presidente Lula. Jorge Guaranho era agente penitenciário, ao se encontrar na associação, houve provocação e discursão que terminou em troca de tiro e morte de ambos os agentes.
Vale lembrar, que há poucos anos, a guarda municipal e os agentes penitenciários, não usavam armas fora do expediente. Porém, no governo Dilma Rousseff, os sindicatos das corporações, pressionaram e conseguiram a liberação do porte de armar para seus agentes.
O presidente Bolsonaro (PL) se manifestou no começo da noite, por meio do Twitter e disse que dispensa quaquer tipo de apoio de quem pratica a violência.
“Independente das apurações, republico essa mensagem de 2018: Dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos. (…) Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 horas por dia”, postou o presidente.
Foz do Iguaçu foi por muitos anos reduto do PT, razão pela qual o guarda municipal era petista, provavelmente foi de alguma forma privilegiado pelo PT.
Por outro lado, um agente penitenciário federal, que acreditava na sua razão de não se curvar à corrupção da esquerda.
A cólera e a raiva sem controle, foi o combustível para o desentendimento e a fatalidade dos agentes públicos.
Morreram na defesa de sua própria prepotência, acreditando que suas armas seriam a última palavra.
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