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Guto Silva falou sobre o futuro do Paraná e ressaltou a importância da qualificação de líderes para o sucesso das organizações e, também, para o desenvolvimento econômico do Paraná.
“A Ocepar tem feito planejamento a longo prazo, prevendo investimentos, desafios futuros – e o que nós estamos fazendo é construindo isso a quatro mãos, para que esse crescimento possa estar representado no orçamento do Estado, um planejamento de médio a longo prazo, para que possamos sincronizar todas as ações e investimentos”, disse ele.
Guto Silva apresentou os investimentos, os caminhos e desafios do Estado, assinalando que as projeções são de crescimento expressivo para o Paraná, que, se mantiver um incremento de 1% ao ano, deve logo ocupar a 4ª posição entre as maiores economias do país.
Ele ressaltou a necessidade de afinar os investimentos públicos com o setor cooperativista, que cresce, em média, 20% ao ano no Paraná e que passa por um processo forte de industrialização que, naturalmente, vai gerar múltiplas demandas pontuais.
“Não tem como pensar o futuro do Estado sem estreitar relações com nosso sistema cooperativo, que é uma grande vitrine, é o Brasil que dá certo. Porém, esse crescimento traz desafios para o poder público: exige infraestrutura, alinhamento com prefeituras e olhar de uma forma colaborativa e conjunta o futuro desses investimentos”, afirmou o secretá
MERCADOS EXTERNOS – Marcos Troyjo ressaltou que países que conseguiram ter crescimentos econômicos exponenciais nas últimas décadas focaram o trabalho na ampliação dos mercados externos, algo que deve ser visto como um dos objetivos primordiais para o sistema cooperativo do Paraná.
“O mundo vai necessitar de mais alimento e energia, e o Brasil tem grandes oportunidades porque tem recursos naturais e boas condições de produzir alimentos, além de ter produção verde de energia, como hidrelétrica, eólica, fotovoltaica, que seguirá em alta demanda”, diz.
O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, enfatizou, durante o encontro, a busca do sistema por mais renda e desenvolvimento das comunidades, que passa também pelo aprimoramento contínuo da gestão das cooperativas pelos seus presidentes e dirigentes.
“Avançamos na questão ambiental e precisamos mostrar o que estamos fazendo. Hoje, movimentamos R$ 200 bilhões e vamos crescer, por isso aprimoramento é sempre importante”, disse ele.
O evento foi encerrado com uma apresentação do secretário estadual da Inovação, Modernização e Transformação Digital, Alex Canziani, que falou da importância da conectividade para a agropecuária, mostrando projetos que ampliaram em 18% a produtividade no campo.
“Queremos fazer um grande pacto pela conectividade das cooperativas. Nossa ideia é ter 100% do agronegócio conectado até 2025. Estamos abertos para trabalhar em conjunto”, afirmou Canziani.
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