Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 27 de setembro de 2021

O presidente Jair Messias Bolsonaro, completa 1000 dias de governo, com muitos planos e projetos ainda em andamento. No primeiro ano governo conseguiu aprovar a Reforma Previdênciaria, para salvar a aposentadoria dos trabalhadores. A reforma foi um teste do governo contra a velha política, mesmo encontrando certa dificuldade de articulação no Congresso Nacional, foi aprovada sem precisar ceder a pressão do toma-lá-dá-cá.

Logo em seguida veio a pandemia do coronavírus, precisou criar vários projetos de socorro financeiro em caráter emergencial, como Auxilio Emergencial para os trabalhadores desempregados e subsidiar salários para evitar desemprego em massa. Ainda precisou fazer repasses de recursos da União para estados e municípios, investir no enfrentamento a Covid-19.

Também foi destinado recursos financeiros para socorrer empresas e micros empresários para evitar falências e desempregos. O governo em meio ao enfrentamento a pandemia, ainda manteve forte incentivo para o agronegócio, o que foi a salvação da exportação brasileira. Tudo isso enfrentando ataques da imprensa e conspiração dos adversários políticos, sem perder o controle da economia.

No entanto, a maior crise do governo foi a conspiração dos adversários políticos, que colocaram impecílios ou barreiras para aprovações de projetos importantes para a economia, e a Suprema Corte, que por vezes se intrometia na gestão pública federal, atrapalhando o bom desempenho do processo político administrativo. Graças, foi a força do povo, que em grande multidião por vários momentos sairam as ruas em apoio ao Presidente Bolsonaro, e protestaram contra políticos e ministros do STF, que acumunados colocavam a democracia em risco.

Neste terceiro ano, o governo contava com o fim da pandemia e início da retomada da economia, porém, veio crise hidrica que também afeta a geração de energia, uma vez que o maior potencial nergético brasileiro e garantido pelas usinas hidroelétrica. Contudo, especialistas do Fundo Monetário Internacional, se mostraram surpesos e enalteceram o bom desempenho da economia brasileira.

O Palácio do Planalto organizou várias agenda para esta semana, na qual o presidente Bolsonaro, deve visitar alguns estados para falar sobre seu governo e os projetos em andamentos. O planejamento foi organizado pelos ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e das Comunicações, Fabio Faria, a ideia é regionalizar as entregas e fazer com que o governo esteja em um período de uma semana em todos os estados do país.

A primeira agenda será realizada ainda nesta segunda-feira (27), o lançamento da linha de crédito Caixa Tem. Nos dias seguintes, a ideia é que o presidente vá a todas as regiões do país.

O calendário prevê que isso ocorra na terça-feira (28) no Nordeste, com o presidente na Bahia; na quarta-feira (29) no Norte, com local do presidente ainda indefinido; na quinta-feira (30) no Sudeste, com o presidente provavelmente em Belo Horizonte; e na sexta-feira (1º) no Centro-Oeste e Sul, com Bolsonaro em Brasília e em Maringá, no Paraná.

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