Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 22 de novembro de 2022

Santos Cruz, general da reserva, tenta acalmar a esquerda, que está apavorada e temem o clamor do povo na frente dos quartéis

Desde que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou as urnas eletrônicas sem votos impresso, o povo saiu as ruas para protestar, porque sabia que as intenções não poderia ser das melhores.

Os resultados das eleições confirmou o que o povo já previa, e não deu outra, as urnas eletrônicas deu a vitória ao Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O povo indignado, protesta contra o sistema judiciário, que nos últimos anos cerceia a liberdade de expressão, controla as redes sociais, ameaça com multas e prisão jornalista e parlamentares.

O povo brasileiro está nas ruas, nas rodovias e no Planalto Central e na frente dos quartéis clamando por justiça, e convocando as Forças Armadas.

Os brasileiros não querem ser governado por um ex-presidiário condenado por corrupção e improbidade administrativa, em todas instâncias da justiça.

O Ministério da Defesa, que fiscalizou as urnas eletrônicas, apresentou o relatório técnico, o qual constatou vunerabilidade das urnas. Uma nota, divulgada pelos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica fizeram crescer a expectativa desses manifestantes, ao admitir que uma reação poderia vir da caserna, caso o poder judiciário continue desprezando o clamor do povo.

É nesse clima de tensão que o general da reserva Carlos Alberto Santos Cruz disse em entrevista à BBC News Brasil que o novo governo do PT não tem motivos para temer a atuação dos militares. Ele que foi afastado pelo presidente Bolsonaro, diz apostar em uma relação harmônica entre Lula e os militares.

Veja Também