Os ataques contra o Irã são um “resultado direto” do que descreveram como “atos de terrorismo internacional” contra “navios inocentes” que transitavam pelo Estreito de Ormuz. “Essa resposta é resultado direto dos atos de terrorismo...
O presidente em exercício, Hamilton Mourão , fez neste sábado (31/12) um pronunciamento de fim de ano transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão.
Em sua fala, ele criticou indiretamente as lideranças dos três podres da República, ao mencionar que: “lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de País, deixaram com que o silêncio ou protagonismo inoportuno e deletério, criasse um clima de caos e de desagregação social…”.
Falou da falta de confiança da sociedade nas instituições pública que neglegênciam a constituição: “A falta de confiança de uma parcela significante nas instituições pública decorre da abstenção intencional destes entes do fiel comprimento dos imperativos constitucionais”.
General Mourão falou em democracia: “manteremos nosso caráter democrático e poderes harmônicos, alternância política pelo sufrágio universal…buscando sempre maior transparência e confiabilidade”. [Difícil é o povo confiar nestes políticos que facilmente se entregam ao velho jogo do toma-lá-dá-cá. Haja visto que o grupo de transição do novo governo já conseguiu cooptar muitos daqueles que se elegeram com discurso conservadores]. nosso grifo.
Mandou um recado para os manifestantes na frente dos quarteis: “tranquilizemo-nos, retornemos a normalidade da vida, aos nossos afazeres e ao conserto de nossos lares com fé e com certeza que nossos representantes eleitos farão duras oposição ao projeto progressista ao governo de turno”.
Mourão falou em democracia e Estado de Direito: Desejo concitá-los a lutar pela preservação da democracia, dos nossos valores e do Estado de Direito.
Falou de economia e lebrou dos desvio de recursos públicos por parte dos representantes dos governos acumunados com o Judiciário e Legislativo: “consolidação de uma economia liberal, forte, autonoma e pragmatica e que nos últimos tempo [gestores corruptos] foi tão vilipêndiada por representantes dos três poderes da República, pouco identificados com o desafio da promoção do bem comum.
Afirmou ainda que a ‘” altenância de poder em uma democracia é saudável e deve ser reservada”.
“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e, deletério criassem um clima de caos e desagregação social e de forma irresponsável deixasse que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta. A alternância do poder é saudável e deve ser preservada”, disse Mourão.
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