Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 31 de outubro de 2021

O segundo e último dia do encontro dos países do G20 em Roma, na Itália, tem na agenda deste domingo (31) temas sensíveis: as negociações sobre mudanças climáticas e meio ambiente.

Os países enfrentam a difícil tarefa de superar suas diferenças sobre como combater o aquecimento global em meio ao início, também neste domingo, de outro grande evento global, a COP26, a cúpula sobre mudanças climáticas da ONU, que ocorre em Glasgow, na Escócia.

O G20 — que inclui Brasil, China, Índia, Alemanha e Estados Unidos  — é responsável por cerca de 80% das emissões globais de gases do efeito estufa, que cientistas dizem que devem ser drasticamente reduzidas para evitar a catástrofe climática. O Brasil por exemplo: emite, por ano, 1,7% de carbono na atmosfera; a China [que não faz parte da OCDE] expele 30%; Os Estados Unidos, 15% e a União Europeia, 14%.

Por isso, o encontro deste fim de semana é visto como um importante trampolim para a COP26, que terá a participação de quase 200 países, em Glasgow, na Escócia, para onde a maioria dos líderes do G20 voará diretamente de Roma.

Ao comentar ontem, em Roma, o esforço brasileiro em ser membro pleno da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o ministro Paulo Guedes airmou que o brasil vai se engajar na agenda da mudança clilmática.

“O Brasil vai se engajar na agenda de mudanças climáticas, tendo também esse olhar especial que nos permita receber por pagamentos de serviços ambientais. Se o Brasil preservou a natureza, ele tem que receber pela preservação dos serviços ambientais”, afirmou Guedes.

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