A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania do Paraná (SEJU) recebeu, na manhã desta terça-feira (12), representantes da Casa Civil (CC), da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFA) e da Secretaria de Estado do...
Entidade critica a media eleitoreira do governo de isentar importações de até US$ 50 e afirma que vai prejudica empresas brasileiras
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou a decisão do governo federal de extinguir a cobrança de imposto sobre importações de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”. Em posicionamento divulgado nesta terça-feira (12/5), a entidade afirmou que a medida deve prejudicar a indústria nacional, provocar perda de empregos e favorecer fabricantes estrangeiros, especialmente chineses.
Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, a isenção para produtos importados cria uma concorrência desigual com a produção brasileira. “Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro”, disse.
A entidade argumenta que a decisão representa um retrocesso para a economia brasileira e afeta principalmente micro e pequenas empresas. Para Alban, a medida enfraquece a competitividade da indústria nacional ao manter a carga tributária sobre produtos fabricados no país, enquanto itens estrangeiros ficam isentos.
“Um sistema que penaliza a produção interna desestimula investimentos, reduz a competitividade e enfraquece a indústria. Em um cenário global marcado por disputas comerciais e por políticas de proteção econômica, é contraditório que o Brasil abra mão de instrumentos mínimos de equilíbrio concorrencial”, disse.
De acordo com a entidade, um estudo recente aponta que o imposto evitou a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados no país, contribuindo para preservar mais de 135 mil empregos e quase R$ 20 bilhões na economia brasileira. Fonte: Agência Brasil – foto: Joédson Alves
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